A nossa força é a diferença
Manuel Alegre
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Manuel Alegre sobre a posição da Europa na crise da Grécia:
29-06-2015 Lusa

“A Europa está a transformar-se numa ditadura da finança e as posições dos seus responsáveis fazem-nos lembrar a doutrina Brejnev sobre soberania limitada. O que se está a passar ficará para a História como uma vergonha", declarou Manuel Alegre à Lusa, classificando também como "vergonhosa" a conduta do governo português no conflito entre as instituições europeias e o governo grego, caraterizando-a como "mesquinha", porque tomada sobretudo "por motivos eleitorais". Ler mais

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Manuel Alegre solidário com a Grécia
22-06-2015

Neste dia de solidariedade com a Grécia, lembramos um poema de Manuel Alegre publicado no livro Chegar Aqui, em 1984, intitulado “Discurso de Péricles aos Atenienses”. Bruxelas tomou o papel de Esparta e hoje, como então, “a nossa força é a diferença”.

Discurso de Péricles aos Atenienses

Deixai-os em treino permanente
Como se a vida fosse apenas exercício
Atenas ama o vinho e a poesia
E Esparta o sacrifício

Que nos acusem de vida fácil e leviandade
Que digam que não sabemos guardar segredo
Nem combater
Em Atenas reina a liberdade
E em Esparta o medo

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Manuel Alegre discursando na Convenção do PS no Coliseu em Lisboa
Manuel Alegre na Convenção do PS em Lisboa
06-06-2015

"António Costa e o PS têm uma oportunidade única para mudar Portugal e ajudar a mudar a Europa" disse Manuel Alegre na Convenção do PS, onde começou por afirmar: “Não venho aqui dizer que já ganhámos as eleições, venho dizer que Portugal precisa que o PS ganhe as eleições”. Mas para isso é preciso “libertar a linguagem política” ocupada pela ideologia da direita neo-liberal, assumir a tradição e identidade dos socialistas e “mais do que nunca, estar ao lado dos que mais precisam”.
Leia o discurso na íntegra AQUI
Veja um excerto do discurso AQUI Ler mais

Manuel Alegre na guerra, em Angola, e em foto da PIDE na cadeia de Luanda, onde escreveu alguns dos poemas de Praça da Canção, cuja primeira edição, do Cancioneiro Vértice, é de 1965
Testemunhos da génese e do impacto de um livro de poemas com 50 anos:
Em dossier especial do JL
17-03-2015 Maria Leonor Nunes, JL, 21 de janeiro a 3 de fevereiro de 2015

Praça da Canção, um livro de poemas escrito por um homem que esteve na guerra, na cadeia e no exílio, faz 50 anos e continua ‘vivo’, com sucessivas reedições. Nunca em Portugal, logo que saiu, em vida do seu autor, um livro de versos terá sido tão lido, tão cantado e tão marcante. Histórias da sua génese, destino e repercussão e testemunhos do impacto dessa obra, bandeira da luta contra a ditadura e revelação de um escritor cuja obra com o tempo se alargou e aprofundou, são apresentados num dossier especial do nº 1151 do Jornal de Letras, que aqui retomamos. Ler mais

Zeca, Amália, Adriano, Luís Cília, Fanhais, Manuel Freire, Carlos do Carmo e Paulo de Carvalho estão entre os que cantaram poemas de Manuel Alegre, bem como João Braga e Maria Bethânia ou, nos mais novos, Maria Ana Bobone e Pacman
17-03-2015 Maria Leonor Nunes, JL, dossier especial, 21 de janeiro a 3 de fevereiro de 2015

Ao correr do tempo, ninguém mais do que Adriano terá cantado as trovas de Alegre. Entre eles havia uma “amizade, uma afinidade total”, assevera Rui Pato. “Poema do Alegre era poema musicado pelo Adriano”. Musicaria e gravaria mais tarde quase todos os poemas do seu segundo livro, O Canto e as Armas.
Oiça algumas das vozes que cantaram Manuel Alegre AQUI Ler mais

Manuel Alegre ao DN
18-06-2015 com JPH, título nosso, DN on-line 17.6.2015

Pessimista face à situação na Europa e crítico das declarações de Cavaco Silva e Passos Coelho sobre a Grécia, Manuel Alegre afirmou ao DN que "esta Europa, tal como está, corre o risco de transformar-se numa espécie de ditadura dos credores, contra os povos e contra a União Europeia". Alegre considera que o Presidente da República e o primeiro-ministro foram “egoístas” e “não defenderam nem o interesse nacional nem o projeto europeu". Ler mais

Primeira folha do manuscrito original de Trova do Vento que Passa, de 1963
30-05-2015 Lusa

O escritor e poeta Manuel Alegre foi hoje distinguido com a medalha de ouro da cidade de Coimbra e, na sessão, ofereceu ao município o manuscrito original de "Trova do Vento que Passa", poema de sua autoria. Na cerimónia, que decorreu no salão nobre da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Alegre agradeceu a distinção "com emoção e humildade", considerando-a "a mais importante que podia ter recebido na vida".
Oiça a "Trova do Vento que Passa" na voz de Adriano Correia de Oliveira no final da notícia Ler mais

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António Carlos Cortez na apresentação de Bairro Ocidental:
26-05-2015

“Lido Bairro Ocidental não podemos ficar indiferentes”, disse António Carlos Cortez, poeta e crítico literário, na apresentação do último livor de poemas de Manuel Alegre em Lisboa, na livraria Buchholz. Um livro que representa a luta da linguagem “contra as palavras que não são daqui”, “poesia para ser cantada na ágora”, “em nome da palavra certa, certeira, justa, limpa”, “palavra poética que fere de morte a palavra política e tecnocrata”.
Leia o ensaio de António Carlos Cortez na íntegra AQUI. Ler mais

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Manuel Alegre sobre Bairro Ocidental
Entrevista ao DN.
16-05-2015 João Céu e Silva, DN

“Há coisas que não se dizem através de discursos políticos e que só a poesia á capaz”, afirmou Manuel Alegre em entrevista ao DN, sobre o livro de poemas que acaba de lançar, Bairro Ocidental. “Tentei exprimir poeticamente o mal português e o mal europeu, bem como a fase de declínio de Portugal e da Europa em que estamos e nos faz sentir mal por ausência de esperança”, acrescenta o poeta, por isso “são poemas zangados, porque é como nos sentimos”. “As palavras estão contaminadas”, explica, “e a função da poesia é descontaminar a linguagem”, pois “afinal temos a nossa própria língua ocupada pela economia”.
Veja a entrevista completa AQUI Ler mais

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Revista 'E' coloca "Bairro Ocidental" entre os livros 'obrigatórios'
16-05-2015 E, revista do Expresso

“Nem todos os poemas deste livro se levantam, indignados, contra o desconcerto do mundo (também os há líricos)”, escreveu a E, a revista do Expresso, na sua secção Obrigatório – Livros, “mas a força maior deste Bairro Ocidental está nos momentos de revolta contra os ‘missionários da nova fé’ economicista; isto é, ‘contra o cifrão contra a agiotagem / contra o défice nosso de cada dia’. O poeta volta a reivindicar o poema como arma na ‘guerra da linguagem’, uma forma de resistência ativa a quem coloca arame farpado ‘entre nós e o futuro’”. Ler mais

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Vamberto de Freitas sobre “Bairro Ocidental”
12-06-2015

“É o resgate da poesia como resistência. É o resgate afinal de que mais precisamos neste momento – o da memória, a recusa do esquecimento de quem e como somos”, escreveu Vamberto de Freitas sobre “Bairro Ocidental”, de Manuel Alegre, em artigo intitulado “A poesia como memória da nação”, publicado no Açoriano Oriental. Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
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21-06-2015

Em menos de trinta dias, o livro de poemas "Bairro Ocidental" de Manuel Alegre está em segunda edição. São os leitores a responder à pergunta de Hölderlin, retomada por Hélia Correia em "A terceira miséria": "para que serve a poesia em tempo de indigência?". Natália Correia já tinha dado o mote: "Ó subalimentados do sonho, a poesia é para comer." Ler mais

Discurso Directo
No dia 25 de Abril de 2015
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25-04-2015

Manuel Alegre foi o convidado de Daniel Oliveira no dia 25 de abril, no programa "Alta Definição". Uma entrevista de vida e corpo inteiro, que pode rever AQUI. Ler mais

Agenda
Sábado, 4 de julho, 18.00
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04-07-2015

Manuel Alegre estará no Algarve, no sábado, 4 de julho, para uma sessão comemorativa dos 50 anos de Praça da Canção. A sessão conta com a participação de Teresa Rita Lopes, José Manuel Mendes, Julieta Monginho e Carlos Brito, que a organiza, e terá lugar em Alcoutim, no Espaço Guadiana, pelas 18.00. Ler mais