"Apetece pegar no poema / e disparar"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre em entrevista à SIC Notícias:
21-05-2015 Entrevista conduzida por Ana Lourenço, Sic Notícias

“A mim dói-me ver um país, que é dos países mais velhos da Europa, em declínio, transformado num ‘bairro ocidental’, numa espécie de junta de freguesia da Europa, numa Europa que também deixou de ser um espaço de liberdade para ser uma espécie de prisão que contamina tudo. Isto tem que dar uma volta” disse Manuel Alegre em entrevista a Ana Lourenço no jornal da noite da SIC Notícias, a pretexto do seu novo livro de poemas Bairro Ocidental. “E está na altura”, disse ainda o poeta, “de haver outra linguagem”, reivindicando o papel e o lugar da poesia nessa mudança: “a libertação de uma língua ocupada, num país ocupado, a libertação da nossa linguagem de todos os dias pervertida, isso só a poesia o pode fazer”.
Veja a gravação da entrevista AQUI Ler mais

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Terça-feira, 26 de maio, pelas 18.30, em Lisboa
18-05-2015

António Carlo Cortez apresenta em Lisboa, no dia 26, Bairro Ocidental, o último livro de poemas de Manuel Alegre, editado este mês pelas Publicações Dom Quixote. A apresentação terá a presença do autor, inclui leitura de poemas e decorre na Livraria Leya, na Buchholz, na Rua Duque de Palmela, 4 (metro Marquês de Pombal). Ler mais

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Revista 'E' coloca "Bairro Ocidental" entre os livros 'obrigatórios'
16-05-2015 E, revista do Expresso

“Nem todos os poemas deste livro se levantam, indignados, contra o desconcerto do mundo (também os há líricos)”, escreveu a E, a revista do Expresso, na sua secção Obrigatório – Livros, “mas a força maior deste Bairro Ocidental está nos momentos de revolta contra os ‘missionários da nova fé’ economicista; isto é, ‘contra o cifrão contra a agiotagem / contra o défice nosso de cada dia’. O poeta volta a reivindicar o poema como arma na ‘guerra da linguagem’, uma forma de resistência ativa a quem coloca arame farpado ‘entre nós e o futuro’”. Ler mais

10-05-2015 https://www.facebook.com/manuelalegre.escritor

Marcelo Rebelo de Sousa referiu-se de forma elogiosa ao novo livro de poesia de Manuel Alegre, Bairro Ocidental, que a partir de dia 11 de maio estará disponível nas livrarias. No habitual espaço de comentário no Jornal da Noite, na TVI, o comentador disse tratar-se de um livro que fala “sobre a troika” estando recheado de “óptimos poemas”, tendo lido a última estrofe de "Resgate", um dos poemas incluído no livro. Ler mais

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A propósito de Praça da Canção, no Açores
28-04-2015

"Que hoje possamos, em qualquer praça (literal e não metafórica) dar voz aos poemas de Praça da Canção é o sinal de um tempo que este livro soube antever e ajudou a sonhar e a concretizar" disse Urbano Bettencourt em Ponta Delgada, na apresentação, no passado dia 22, de edição comemorativa dos 50 anos de Praça da Canção, de Manuel Alegre.
Veja o texto integral de Urbano Bettencourt AQUI Ler mais

Manuel Alegre na SIC no dia 25 de Abril
26-04-2015 SIC

“A grande vitória moral do 25 de Abril foi que nós, que fomos perseguidos, não nos transformámos em perseguidores” disse Manuel Alegre, numa extraordinária entrevista a Daniel de Oliveira, no Programa Alta Definição, emitida pela SIC dia 25 de Abril. Uma entrevista em que fala da guerra, da família, da poesia, do exílio, da pátria, da crise civilizacional que estamos a atravessar, da liberdade. Escolheu ler “É preciso um país”, de “O Canto e as Armas”, um “poema com grande actualidade”: “(…) É preciso voltar ao ponto de partida / é preciso ficar e descobrir / a pátria onde foi traída / não só a independência / mas a vida.” Uma entrevista de vida, um retrato de corpo inteiro, que termina com o poeta a confessar: “Tenho uma grande saudade do país de Abril”.
Veja a entrevista AQUI Ler mais

50 anos da Praça da Canção
José Carlos de Vasconcelos sobre Praça da Canção:
14-02-2015

Como explicar que ‘Praça da Canção’, um livro de poemas de Manuel Alegre saído há 50 anos, continue vivo, com sucessivas edições, lido, cantado e tão presente na memória colectiva? José Carlos Vasconcelos (JCV), que viveu com Manuel Alegre em Coimbra os tempos da luta académica do início dos anos 60, e que durante anos, antes do 25 de abril, andou pelo país todo a dizer poemas de Praça da Canção (PdaC), procura explicar esse fenómeno no belo prefácio que abre a edição especial comemorativa do cinquentenário deste livro mítico. Ler mais

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Manuel Alegre sobre Bairro Ocidental
Entrevista ao DN.
16-05-2015 João Céu e Silva, DN

“Há coisas que não se dizem através de discursos políticos e que só a poesia á capaz”, afirmou Manuel Alegre em entrevista ao DN, sobre o livro de poemas que acaba de lançar, Bairro Ocidental. “Tentei exprimir poeticamente o mal português e o mal europeu, bem como a fase de declínio de Portugal e da Europa em que estamos e nos faz sentir mal por ausência de esperança”, acrescenta o poeta, por isso “são poemas zangados, porque é como nos sentimos”. “As palavras estão contaminadas”, explica, “e a função da poesia é descontaminar a linguagem”, pois “afinal temos a nossa própria língua ocupada pela economia”.
Veja a entrevista completa AQUI Ler mais

Crítica de A.C. Cortez ao novo livro de Manuel Alegre
13-05-2015

Bairro Ocidental, escreve António Carlos Cortez, no JL, sobre o novo livro de Manuel Alegre, é "um livro extraordinário" que articula "a língua poética elevada, culta, de camoniana ou pessoana dicção (é uma nova Mensagem, este livro?)," e um "léxico mais violento e mesmo certa virulência", com uma voz que nos atinge "na sua digna e autêntica revolta." "Contra as palavras dos novos donos da Europa", escreve ainda A.C.Cortez, "os «capitalistas da palavra», no dizer de Sophia, Alegre acusa, ironiza, estabelece a caricatura e declara: «Não podem cortar quem somos», legenda que anima esta escrita desenfreada, mas ao mesmo tempo fria, medida, cantabile."
Leia o texto integral de A.C. Cortez AQUI Ler mais

Manuel Alegre na guerra, em Angola, e em foto da PIDE na cadeia de Luanda, onde escreveu alguns dos poemas de Praça da Canção, cuja primeira edição, do Cancioneiro Vértice, é de 1965
Testemunhos da génese e do impacto de um livro de poemas com 50 anos:
Em dossier especial do JL
17-03-2015 Maria Leonor Nunes, JL, 21 de janeiro a 3 de fevereiro de 2015

Praça da Canção, um livro de poemas escrito por um homem que esteve na guerra, na cadeia e no exílio, faz 50 anos e continua ‘vivo’, com sucessivas reedições. Nunca em Portugal, logo que saiu, em vida do seu autor, um livro de versos terá sido tão lido, tão cantado e tão marcante. Histórias da sua génese, destino e repercussão e testemunhos do impacto dessa obra, bandeira da luta contra a ditadura e revelação de um escritor cuja obra com o tempo se alargou e aprofundou, são apresentados num dossier especial do nº 1151 do Jornal de Letras, que aqui retomamos. Ler mais

Zeca, Amália, Adriano, Luís Cília, Fanhais, Manuel Freire, Carlos do Carmo e Paulo de Carvalho estão entre os que cantaram poemas de Manuel Alegre, bem como João Braga e Maria Bethânia ou, nos mais novos, Maria Ana Bobone e Pacman
17-03-2015 Maria Leonor Nunes, JL, dossier especial, 21 de janeiro a 3 de fevereiro de 2015

Ao correr do tempo, ninguém mais do que Adriano terá cantado as trovas de Alegre. Entre eles havia uma “amizade, uma afinidade total”, assevera Rui Pato. “Poema do Alegre era poema musicado pelo Adriano”. Musicaria e gravaria mais tarde quase todos os poemas do seu segundo livro, O Canto e as Armas.
Oiça algumas das vozes que cantaram Manuel Alegre AQUI Ler mais

Arquivo 2005-2009
Agenda
Terça-feira, 26 de maio, 18.30
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26-05-2015

Manuel Alegre estará presente na apresentação de Bairro Ocidental, o seu último livro de poemas, editado este mês pelas Publicações Dom Quixote. A sessão conta com António Carlos Cortez que apresentará o livro, inclui leitura de poemas e decorre em Lisboa, dia 26 de maio, às 18.30, na Livraria Leya - Buchholz, na R. Duque de Palmela, 4, ao Marquês de Pombal. Entrada livre. Ler mais