(...) ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste / e em cada rua deserta / ainda resiste.
Manuel Alegre
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31-03-2020 #LisboaAinda #ManuelAlegre


"Uma melodia deu o mote para uma canção colectiva sobre o poema Lisboa Ainda, de Manuel Alegre. De todos para todos"

Violino - Ravena Carvalho
Guitarra - André Santos
Contrabaixo - António Quintino
Voz - Joana Alegre Ler mais

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29-03-2020

O poema Lisboa ainda de Manuel Alegre tem vindo a ser intensamente partilhado e divulgado. Amigos de várias línguas e países, a começar por Itália, traduziram-no e estão a partilhá-lo também. Aqui fica, num registo de Francisco Biscaia, "uma janela de esperança". Ler mais

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06-03-2020

Publicado no livro Sonetos do Obscuro Quê, de 1993, e incluído no livro Sonetos, de 2019, este poema de Manuel Alegre, intitulado simplesmente "Vírus", é uma antevisão poética do que estamos a viver hoje. Ler mais

Coronavírus
21-03-2020 Nuno Pacheco, Público on-line, 18:27

Manuel Alegre assinala o Dia Mundial da Poesia com poema inédito sobre a Lisboa que, perante a pandemia, “em cada rua deserta/ ainda resiste”. Publicado no Facebook, o poema já chegou a mais de 400 mil pessoas. Ler mais

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Manuel Alegre, poema escrito em 20 de março de 2020
20-03-2020

Lisboa não tem beijos nem abraços
não tem risos nem esplanadas
não tem passos
nem raparigas e rapazes de mãos dadas
tem praças cheias de ninguém
ainda tem sol mas não tem
nem gaivota de Amália nem canoa
sem restaurantes sem bares nem cinemas
ainda é fado ainda é poemas
fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa
cidade aberta
ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste
e em cada rua deserta
ainda resiste.

Manuel Alegre Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
Publicado no facebook de Manuel Alegre escritor
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20-03-2020

Este poema de Manuel Alegre, escrito no dia 20 de março, começou a circular no facebook de Manuel Alegre escritor nesse mesmo dia, às 15:07. Ler mais