Vi o meu país a arder, sei que morreram cem pessoas em quatro meses e não consigo ficar calado.
Manuel Alegre
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Pinhal de Leiria - Foto Paulo Cunha/Lusa
Artigo de Manuel Alegre no DN
18-10-2017 Manuel Alegre, DN

Sete séculos depois ardeu o pinhal de D. Dinis, o das "naus a haver", morreu o verde pinho do rei poeta. Dá vontade de chorar e não consigo ficar calado. É um símbolo triste da falência do Estado, fruto de décadas de desleixo, de incompetência, de amiguismos múltiplos, da submissão do interesse geral a interesses instalados e da capitulação perante lógicas que não são a dos fins superiores do Estado e do país. Ler mais

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Nas livrarias a partir de 10 de outubro
10-10-2017

Dedicado a D. António Prior do Crato, o “último príncipe de Avis”, este é mais do que um livro de poesia de Manuel Alegre sobre esta conhecida personagem da história portuguesa. Este é um livro sobre a nossa pátria e a nossa história, um livro sobre passado e presente, onde batalhas e exílios rimam com amores e revoluções. Ler mais

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27-09-2017 António Jorge Pires, Diário de Coimbra

Emoção, arte e poesia preencheram a homenagem ao escritor aguedense Manuel Alegre, recentemente galardoado com o maior prémio literário da língua portuguesa: o Prémio Camões 2017. A homenagem realizou-se no Centro de Artes de Águeda, com o espectáculo “Alma, Cantata Profana”, numa clara homenagem a Manuel Alegre e, no fundo, dedicada a todos os aguedenses. Antes do espectáculo, realizou-se a apresentação de diversos testemunhos sobre a vida e obra de Manuel Alegre, entre os quais os de Paulo Sucena, Lídia Jorge e António Lobo Antunes.
Veja a cerimónia integral AQUI Ler mais

05-09-2017 com DN

Manuel Alegre é um dos subscritores do “Manifesto pela Nossa Saúde, pelo SNS” que começou por ser dinamizado por um grupo de 21 dirigentes e ex -dirigentes da saúde e hoje tem 1001 subscritores. Recorde-se que Manuel Alegre foi um dos deputados subscritores, juntamente com António Arnaut, Mário Soares, Salgado Zenha, do projecto de lei 157/I do Partido Socialista, que deu origem à primeira lei portuguesa sobre o Serviço Nacional de Saúde, a lei 56/79, de 15 de Setembro. Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista de vida ao jornal i:
03-03-2017 Afonso de Melo (texto) e João Girão (fotos), título e subtitulos nossos, jornal i

"O Canto e as Armas” faz 50 anos. Foi o livro de um povo. Um canto. Uma sensação escrita de liberdade, como fora “Praça da Canção”. O poeta não envelhece, apesar do tempo. A voz continua firme. E um país terá sempre o tamanho dos seus homens. Ler mais

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27-09-2017 Jornal de Letras

“Este livro não é uma biografia, é uma revisitação poética da figura de Dom António, Prior do Crato. Foi escrito através de várias falas, inclusive a daqueles que nunca falaram e a do próprio autor. Ao longo do livro a figura de Dom António projecta-se em vários tempos e várias gerações e no nosso próprio tempo, sobretudo naqueles que resistiram e que tal como ele nunca se renderam”, diz Manuel Alegre a propósito do seu próximo livro de poemas, Auto de António, que chegará às livrarias a 10 de outubro, com a habitual chancela do autor, a D. Quixote. Ler mais

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02-10-2017 DN on-line

"Não pode haver dois pesos e duas medidas. Não podemos criticar a Polónia, a Hungria e a Turquia e assobiar para o lado e dizer que o problema da Catalunha é um problema interno de Espanha" afirmou Manuel Alegre ao DN, "indignado com a repressão" levada a cabo pelas autoridades espanholas sobre o referendo independentista catalão. Ler mais

Artigo de Manuel Alegre no Expresso
07-10-2017 Manuel Alegre, Expresso

Para muitos de nós a Catalunha é uma questão sentimental, em parte baseada num equívoco: não devemos aos catalães a restauração da nossa soberania, mas a nós próprios. Olivares mandou tropas esmagar a revolta catalã, facilitando o triunfo imediato do 1º de Dezembro. Mas depois tivemos de nos bater durante 28 anos. Além de que, em 1580, já éramos independentes há quatro séculos, tínhamos feitos as navegações, tínhamos um Estado, um império e uma História.

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08-06-2017 RTP

Manuel Alegre venceu o Prémio Camões 2017, foi anunciado hoje na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Um prémio instituído pelos governos do Brasil e de Portugal em 1988 e que é atribuído aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua portuguesa.
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Arquivo 2005-2009
Notícias
Estreou a encenação de "As naus de verde pinho" de Manuel Alegre
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15-10-2017

Monstros e tempestades no palco-nau dos Descobrimentos numa adaptação do livro que Manuel Alegre escreveu à filha Joana há mais de 20 anos. À porta do Museu de Arqueologia já são muitos os jovens que se vão alinhando para subir ao Salão Nobre. Na tarde de sexta-feira, os alunos das três turmas de sexto ano do Colégio Bartolomeu Dias, em Lisboa, serão os primeiros a conhecer a adaptação do encenador Vasco Letria da obra As Naus de Verde Pinho, de Manuel Alegre, que hoje se estreia. Não é por acaso. O livro conta a viagem de Bartolomeu Dias, o primeiro navegador europeu a aventurar-se para além do extremo da costa da África do Sul, dobrando o cabo da Boa Esperança e chegando ao oceano Índico. Aguarda-os, pois, uma viagem histórica, repleta de feitos e tempestades, monstros e ondas gigantes: um pedaço de História de Portugal. Ler mais