"Pior que todos os outros cortes foi o corte que fizeram à esperança dos portugueses"
Manuel Alegre
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foto de Daniel Rocha
Manuel Alegre no XX Congresso do PS:
29-11-2014

Os socialistas souberam responder a um forte choque emocional e colocar acima dos seus sentimentos a responsabilidade política e nacional do PS. Não era fácil – mas conseguimos. E essa é uma grande vitória política de António Costa, uma vitória política do Congresso e de todos os socialistas contra aqueles que tinham e mantêm outra agenda. Desiludam-se!
Somos um partido livre e fraterno. Um partido que não muda as fotografias. Um partido sem medo. Não estamos ensombrados e não temos medo de fantasmas. Mas somos também um partido que é um baluarte da democracia, do Estado Social e do Estado de Direito, cuja construção se confunde com a própria história do PS. Ler mais

Manuel Alegre recebeu a equipa do DN em sua casa, de Lisboa. O escritório está forrado de livros, acumulados ao longo de décadas
Manuel Alegre ao DN:
Entevista conduzida por João Pedro Heniques, foto de Leonardo Negrão
01-11-2014 DN

Sem meias palavras, Manuel Alegre recorda ao vencedor das primárias que “tem um grande peso sobre os ombros”: fazer o “milagre” de “restituir aos portugueses a alegria de viver”. O histórico socialista não lhe pede um programa detalhado, antes “três ou quatro ideias-força”. Soares é o exemplo: nunca “acertou num número” mas sabia o que queria. Ler mais

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27-11-2014

No dia em que ocorre a histórica decisão da UNESCO de classificar o Cante Alentejano como Património Mundial da Humanidade, saudamos essa decisão e recordamos as palavras do poeta: “Devo ao Alentejo a graça da revelação e a vivência de momentos intensamente mágicos”. Manuel Alegre fez esta confissão em 1996, quando lançou o seu livro “Alentejo e Ninguém”. “Este livro”, salientou então, “é um acto de gratidão e de homenagem. Gratidão a um pedaço de Portugal que não se deixou desfigurar nem descaracterizar e mantém uma aristocracia de comportamento perante a selvajaria do novo riquismo. Homenagem a uma terra de beleza e de resistência, que continua a ser, como outrora em Atoleiros, um quadrado de dignidade e de utopia.”
Oiça no final desta notícia “Do outro lado do Tejo”, a interpretação que Vitorino fez do poema “Gramática de coentro e cal”, do mesmo livro. Ler mais

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27-11-2014

Página

Planície como página
este é o chão que procurava
silêncio feito asa
quase pão quase palavra.
Para ser canto
para ser casa.

Utopia

Na brancura da cal o traço azul
Alentejo é a última utopia.

Todas as aves partem para o sul
todas as aves: como a poesia.

Poemas de Manuel Alegre, em "Alentejo e Ninguém", 1996 Ler mais

Arquivo 2005-2009
Discurso Directo
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12-12-2014

Recordo com muita saudade Fernando Machado Soares, um dos grandes compositores e cantores de Coimbra. Com José Afonso, António Portugal, Goes e outros ajudou a dar a volta ao fado e à vida.
Fica connosco a sua voz a lembrar que há sempre encanto, mesmo na hora da despedida.
Até sempre, amigo.
Manuel Alegre Ler mais