 Lírica lusófona em foco de 5 a 13 de Julho Festival de Poesia de Berlim abre com Manuel Alegre A lírica lusófona vai estar em foco no Festival de Poesia de Berlim, que reunirá mais de 150 poetas de 25 países, sobretudo de Portugal, Brasil e África Lusófona, de 05 a 13 de Julho.
Manuel Alegre e o brasileiro Arnaldo Antunes lerão poemas no original na sessão inaugural, intulada "Weltklang" (Sons do Mundo), no sábado, na Akademie der Kuesntt (Academia das Artes), novo palco do festival.
O poeta português declamará alguns dos seus poemas, entre os quais "Vésperas de Batalha", "Babilónia" (fragmentos) "Sonetos do Português Errante", "Fernando Pessoa", "Senhora das Tempestades", "A Curva", "Com que Pena", "Obscuro Quê" e "Debaixo das Oliveiras", informou a direcção do festival.
[LA / Lusa, 03.07.2008]
++ |  Manuel Alegre ao Expresso “Casticismo marialva domina o pensamento” A propósito do novo livro "Sete Partidas"
Se o infante D. Pedro não tivesse morrido na Batalha de Alfarrobeira o rumo social e político do país poderia ter sido bem diferente. É esta a “tese” que Manuel Alegre defende no exercício poético “mais complexo” que desenvolveu até hoje. O livro chama-se “Sete Partidas” e é lançado dia 9 de Julho pela chancela das Edições Nelson de Matos. Trata-se de um inédito que o poeta publica fora da D. Quixote, agora integrada no Grupo Leya, naquilo a que chama “uma homenagem ao grande editor” com quem trabalhou mais de 20 anos. Sendo ainda uma forma de mostrar que há outros caminhos editoriais além das grandes concentrações. [Alexandra Carita / Expresso, 28.06.2008]
++ | Em reunião promovida pelo PS de Lisboa Manuel Alegre debate com militantes socialistas A convite de Miguel Coelho, Presidente da Comissão Política Concelhia de Lisboa, Manuel Alegre reuniu-se ontem à noite em Lisboa com dezenas de militantes socialistas na secção da Almirante Reis.
Depois da sua intervenção inicial, vibrantemente aplaudida, seguiu-se um período muito participado de perguntas e respostas.
|  O sociólogo Manuel Sarmento partcipou no encontro “Nova Esquerda e Educação: que Políticas?” O sociólogo Manuel Sarmento, da Universidade do Minho, acusou ontem, no Porto, o actual Governo de abdicar de lutar por “uma política de igualdade de oportunidades na educação”. Manuel Sarmento que integra a corrente “Opinião Socialista” criada por Manuel Alegre, participava no encontro “Nova Esquerda e Educação: que Políticas?”, que contou também com a participação da deputada socialista Manuela Melo.
[PM - Lusa, 22.06.2008]
++ |  Manuel Alegre e o referendo na Irlanda: "Não há Europa sem respeito pelos cidadãos" "É preciso respeitar a vontade popular, gritava-se em 1975 nas ruas de Portugal. Pois é. E é por isso que, ainda que sendo a favor do Sim, hoje me apetece dizer: Viva a Irlanda. Porque não há Europa sem respeito pela diferença. Não há Europa sem democracia. Não há Europa contra os cidadãos" escreve Manuel Alegre em artigo hoje publicado no DN.
Veja o artigo do DN na íntegra.
|  Fernando Pessoa faria hoje 120 anos Fernando Pessoa em poema de Manuel Alegre No dia em que passam 120 anos sobre a data de nascimento de Fernando Pessoa, o poema de Manuel Alegre: | Manuel Alegre na RTP 1 Manuel Alegre foi o convidado desta noite no programa "Grande Entrevista" de Judite Sousa, na RTP1, veja aqui o vídeo | E no final ficou a ideia de que querem voltar a encher outras salas Assim que acabou de falar no Teatro da Trindade, Manuel Alegre, na companhia dos outros dois oradores da noite (José Moura Soeiro, do BE, e a professora universitária Isabel Allegro Magalhães), dirigiu-se à outra sala ali perto, onde estavam os que não couberam no teatro lisboeta. Alegre foi recebido com uma enorme salva de palmas. O deputado socialista lembrou que os discursos já tinham sido feitos, mas deixou uma frase que acabaria por marcar a noite: "No futuro encheremos outras salas."
[Luciano Alvarez /Público, 05.06.2008]
++ |  Manuel Alegre na sessão "Abril e Maio, agora aqui" " A esquerda não precisa de licença para se juntar" Manuel Alegre reagiu na noite desta terça-feira às críticas que lhe foram apontadas por participar no Comício Festa da Esquerda, que juntou cerca de 700 pessoas, no Teatro da Trindade, em Lisboa.
O deputado socialista afirmou que «está» onde quer estar, que a «esquerda não precisa de licença para se juntar» e que a sua «lealdade» está com aqueles que votaram PS e hoje estão no desemprego e na pobreza, criticando a política seguida por José Sócrates para pôr as contas públicas em ordem.
[Portugal Diário, título nosso, 04.06.2008]
++ | Manuel Alegre no Teatro Trindade "É tempo de novos caminhos" “É tempo de novos caminhos,” afirmou Manuel Alegre ontem no Teatro Trindade, perante uma sala cheia, onde se viam personalidades das várias esquerdas, desde fundadores e militantes do PS a bloquistas, renovadores comunistas, independentes e até militantes do PCP. “Esta procura tem de ser feita”, esclareceu , “no diálogo entre os vários sectores da esquerda, custe o que custar, doa a quem doer." |  Manuel Alegre condecorado pelo Presidente de Itália Manuel Alegre vai receber hoje o título de Grande Oficial da Ordem da Estrela da Solidariedade Italiana, que lhe foi atribuído pelo Presidente de Itália, Giorgio Napolitano, pelo reforço das relações culturais luso-italianas. |  Manuel Alegre no Porto sobre a esquerda e as desigualdades: “Nem endeusamento do privado, nem diabolização do público” “Há muita gente a viver mal em Portugal, em dificuldades, e a classe média está a empobrecer. É preciso encontrar soluções para isso" afirmou ontem Manuel Alegre no Porto, num debate promovido pela Corrente de Opinião Socialista, criada em Fevereiro passado por iniciativa do ex-candidato presidencial. Alegre criticou “o endeusamento do privado e a diabolização do público” a que temos vindo a assistir. O deputado considerou que é preciso “restaurar o espírito de serviço público”, afirmando que “ser funcionário público hoje é quase um acto de resistência”. [com Lusa, 01.06.2008]
++ |  "Nós queremos juntar a esquerda à esquerda" "Nós queremos juntar a esquerda à esquerda", afirmou Manuel Alegre em entrevista hoje à revista Visão, a propósito do encontro "Abril e Maio, aqui e agora".
Veja a entrevista de Manuel Alegre à Visão |  Lygia Fagundes Telles e Manuel Alegre na revista Bomb Manuel Alegre e Lygia Fagundes Telles conversam entre si no número 102 da revista Bomb ( Inverno de 2008 ), uma revista trimestral americana lançada em 1981, em Manhattan, por um grupo de artistas que pretendiam falar de arte e cultura pelas suas próprias palavras. Hoje, a Bomb é uma revista internacional de prestígio, cujas entrevistas se tornaram documentos da história cultural dos EUA.
A conversa entre a escritora brasileira e o poeta português teve lugar em S. Paulo, em cada de Lygia, por ocasião da Bienal do Livro, em 2007. Segundo a responsável pela recolha, Maria Cecília Brandi, foi uma “conversa rica e informal, que viajou para trás e diante no tempo, por entre as culturas de Portugal e do Brasil e outras afinidades acabadas de descobrir” entre dois escritores que se tinham encontrado num dos painéis da Bienal, onde puderam “rir-se, comover-se e comover o público”.
Veja notícia no Bombsite [www.bombsite.com, 07.05.2008]
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DISCURSO INDIRECTOManuel Alegre deu uma lição em tempo real Manuel Alegre deu uma lição em tempo real e não foi surpresa para mim o magnífico banho de coerência e de elegância que nos foi servido na entrevista que deu a Judite de Sousa.
Oxalá Sócrates tenha aprendido a lição. [Eduardo Moreira / DN, 15.06.2008]
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| Regressão civilizacional A redução do tempo de trabalho foi um marco do movimento operário europeu e um momento alto do governo da Frente Popular de Léon Blum. Mudou a vida das pessoas e constituiu uma das bases do que veio a ser o chamado modelo social europeu.
A aprovação em Bruxelas de uma nova directiva sobre o tempo de trabalho, que alarga o actual máximo de 48 horas semanais para 65 horas, é mais uma capitulação perante a lógica neo-liberal que põe em causa os equilíbrios sociais consagrados na Europa. Fez bem o Governo português em não aprovar. Esta directiva é um atentado contra o modelo social europeu e uma verdadeira regressão civilizacional. [Manuel Alegre, 12.06.2008] |