"Parece que para alguns a Pátria é o capital, o capital, o capital"
Manuel Alegre
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26-01-2012 Lusa

«Um Governo que toma uma decisão destas é um Governo que não respeita a independência nem a República. É um acto contra a História e contra a cultura. É um acto anti-história e anti-cultura», afirmou Manuel Alegre, a propósito da decisão do Governo de extinguir os feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro.

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Manuel Alegre sobre o primeiro ano do mandato de Cavaco Silva:
23-01-2012 Lusa

Um ano após as eleições presidenciais, em que defrontou Cavaco Silva, Manuel Alegre afirmou que persiste uma grande incógnita em relação a este mandato de Cavaco Silva, que é saber o que fará para impedir o desmantelamento da democracia, tal como está inscrita na Constituição. Alegre recordou que esta foi “a polémica principal" durante a campanha eleitoral de há um ano, quando ele próprio avisou que a “democracia portuguesa, tal como está inscrita na Constituição, estava em risco”. Alegre recordou ainda o discurso de posse de Cavaco Silva, que "abriu caminho" à formação de um Governo de direita e à "ofensiva ao Estado social". "Vamos ver o que o Presidente faz para defender uma Constituição que jurou cumprir e fazer cumprir. Porque aquilo que este Governo tem feito vai no sentido de desmantelar a democracia, tal como ela está inscrita na Constituição da República” concluiu. Ler mais

Livraria Camões no Rio de Janeiro
11-01-2012 com Lusa

Manuel Alegre encabeça um abaixo assinado subscrito por 59 escritores nacionais em protesto contra a projectada decisão do Governo de encerrar a Livraria Camões, no Rio de Janeiro, que pertence à Imprensa Nacional - Casa da Moeda. Os escritores consideram esta decisão um acto "deplorável". "O encerramento da Livraria Camões, no Rio de Janeiro, ao cabo de 40 anos de uma actividade que se impôs pelos critérios culturais e adequação a um contexto peculiar, constituiria um acto deplorável do decisor político", adverte o manifesto subscrito por este grupo de escritores e promovido por Manuel Alegre, Maria Teresa Horta e José Manuel Mendes. Ler mais

Manuel Alegre à TSF sobre a extinção dos feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro:
26-01-2012 TSF

“Qualquer dia corta-se um pouco da bandeira e depois corta-se também uma parte do hino nacional – é só o que falta”, denunciou Manuel Alegre à TSF, a propósito da decisão do Governo de extinguir os feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro.
Oiça as declarações de Manuel Alegre à TSF AQUI Ler mais

17-01-2012 com TVI 24 e Lusa

“Não há sentido de Estado que justifique qualquer cumplicidade com o projecto ultra-conservador e ultra-liberal do governo PSD-CDS" afirmou Manuel Alegre ontem em Coimbra num jantar-debate promovido pelo Clube de Política.
Veja um excerto das declarações de Manuel Alegre em Coimbra AQUI Ler mais

Manuel Alegre em Coimbra:
16-01-2012

“Tudo o que Portugal fez de grande – as navegações, o encontro com outros povos – é fruto de uma empresa pública chamada Estado. A Índia, o Brasil, a África, a Ásia, o encontro com outros povos e continentes, a difusão da língua portuguesa – tudo isso é fruto de uma empresa pública chamada Estado”, afirmou Manuel Alegre em Coimbra, acusando aqueles que afirmam que “sai o Estado, entra o mercado” de não conhecerem a História de Portugal, pois “sem Estado, Portugal não existia." Numa intervenção marcadamente ideológica, Manuel Alegre convidou ao renascimento do socialismo democrático, à ruptura com "o centro do centro" e ao combate de ideias contra a hegemonia neo-liberal da direita, sem "ter medo da palavra ideologia, da palavra esquerda e da palavra socialismo." Ler mais

Artigo de Manuel Alegre no DN:
04-01-2012 Manuel Alegre, DN

É difícil não estar de acordo com a mensagem do PR, mas também é difícil estar de acordo com o facto de ele não ter feito o que devia fazer, depois de ter andado a dizer o que disse, nomeadamente sobre os cortes de salários, pensões e subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos. A escolha de uma categoria profissional para a aplicação de tais medidas foi considerada pelo PR como um imposto e uma violação da equidade. Ler mais

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24-12-2012

Irmãos humanos tão desamparados
a luz que nos guiava já não guia
somos pessoas - dizeis - e não mercados
este por certo não é tempo de poesia
gostaria de vos dar outros recados
com pão e vinho e menos mais valia. Ler mais

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