"De cada vez que o Parlamento cede ao populismo, este não agradece, reforça-se"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre citado por Cebrián no El País
07-08-2019

Em artigo publicado esta semana no El País, Juan Luis Cebrián, jornalista, presidente honorário daquele jornal e uma das dez personalidades mais prestigiadas em Espanha e na América Latina durante décadas, citou Manuel Alegre, a quem trata de “exímio poeta”, referindo-se ao seu último discurso na Assembleia, incluído no livro “Uma outra memória”, em que o socialista português afirmou que ser deputado é “a mais bela função do mundo ”.
Veja o artigo de Cebrián AQUI
Veja um excerto do artigo em tradução nossa AQUI Ler mais

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Momento alto da crise académica de 1969
06-07-2019

Foi ontem inaugurado à entrada do Jamor, no Palco da Liberdade, um pequeno memorial que recorda os 50 anos passados sobre a final da Taça de Portugal, entre o Benfica e a Académica, que se transformou numa enorme manifestação contra o regime e um dos momentos mais marcantes da Crise Académica de 1969. Manuel Alegre estava então no exílio, em Argel, mas acompanhou os acontecimentos pela radio. A placa que recorda esse momento histórico tem inscrita uma quadra da Trova do Vento que Passa, poema de Manuel Alegre que muitos portugueses sabem de cor e que será sempre um hino à resistência: “Mesmo na noite mais triste / Em tempo de servidão / Há sempre alguém que resiste / Há sempre alguém que diz não.” Ler mais

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Manuel Alegre sobre o gesto de Alberto Martins em 1969:
21-05-2019

“Pedir a palavra num país amordaçado é em si mesmo um acto de libertação” disse Manuel Alegre ontem na apresentação do livro Peço a Palavra, de Alberto Martins, que no dia 17 de Abril de 1969, ao pedir a palavra em nome dos estudantes de Coimbra em cerimónia presidida por Américo Tomás desencadeou a grande crise académica de 1969. “E não foi preciso dizer mais nada. O tabu tinha sido quebrado. E já não era só um a pedir a palavra. Eram milhares", salientou Manuel Alegre, frisando que “foi uma viragem histórica no movimento estudantil e na própria luta do povo português pela liberdade.” Ler mais

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04-05-2019

Manuel Alegre recebeu ontem o Prémio “Bibliotecando em Tomar”, uma iniciativa conjunta das seguintes instituições: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, Agrupamento de Escolas Templários, Câmara Municipal de Tomar, Centro de Formação ‘’Os Templários’’, Centro Nacional de Cultura, Rede de Bibliotecas Escolares e Tech&Art do Instituto Politécnico de Tomar. A cerimónia decorreu numa sessão realizada no Complexo Cultural da Levada, em Tomar, com um painel coordenado por Guilherme de Oliveira Martins e que contou com José Manuel Mendes, António Carlos Cortez e Manuel Alegre. Ler mais

No dia 23 de abril
24-04-2019 Facebook do Festival de Poesia e Música de Vila Nova de Foz Coa


Manuel Alegre foi o homenageado no Festival de Música e Poesia de Vila Nova de Foz Côa, no dia 23 de abril, onde foi recebido com muito carinho popular e admiração. O município editou e fez distribuir uma antologia de 55 poemas do escritor, organizada por Paulo Sucena, também presente na homenagem. Para além da leitura de alguns poemas por Manuel Alegre, a sessão contou com depoimentos em vídeo de Guilherme d'Oliveira Martins, António Lobo Antunes e Lídia Jorge. Um momento marcante, no final do colóquio, foi a oferta a Manuel Alegre pelo presidente da câmara, Gustavo de Sousa Duarte, de um fac-símile do foral de D. Dinis sobre Foz Côa, verdadeira “certidão de nascimento” da Vila, datado de 21 de maio de 1299, há quase 720 anos. Ler mais

Manuel Alegre ao jornal Público:
30-04-2019 Nuno Ribeiro, Público

“António Costa deve cumprir o que prometeu a António Arnaut”, recorda o militante histórico do PS e ex-candidato à Presidência da República.

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20-06-2019 Luciano Alvarez, Público

O socialista insiste que a lei tem de ser aprovada “tal como está escrita” porque “o essencial é salvar o SNS”. “Se eu estivesse na Assembleia da República votava a favor desta lei. E tenho a certeza que se o meu amigo António Arnaut lá estivesse também o faria”, afirma. E conclui: “A lei tem de ser aprovada tal como está escrita. Ninguém vence e ninguém perde. Todos ganhamos com a aprovação. Ganha o SNS”. Ler mais

Foto de Carlos Martins
Manuel Alegre em Caxias 45 anos depois:
26-04-2019 com Lusa

“Foi com a libertação dos presos políticos que se concretizou verdadeiramente o 25 de Abril" afirmou Manuel Alegre ontem, à porta da cadeia de Caxias, numa cerimónia promovida pela Câmara Municipal de Oeiras para celebrar os 45 anos da libertação dos presos políticos. "Só a partir desse momento é que o 25 de Abril passou a ser o dia da liberdade para todos os portugueses", defendeu, lembrando os nomes dos libertadores, Capitão Mário Pinto e Comandante José Júlio Abrantes Serra. Na placa comemorativa descerrada, lêem-se versos de Manuel Alegre cantados por Amália Rodrigues e por Maria Bethânia: “Hei-de passar nas cidades / como o vento nas areias/ e abrir todas as janelas / e abrir todas as cadeias.” Ler mais

Artigo de Manuel Alegre no Público
15-06-2019 Manuel Alegre, Público

Arnaut era um homem de convicções, firme nos seus princípios, mas nunca foi sectário. Por isso disse: “O SNS é do povo, é uma exigência ética de civilização”. Ler mais

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Afonso Guerra e Manuel Alegre na Feira do Livro de Sevilha:
29-05-2019 ABC de Sevilha (tradução nossa)

Há 45 anos, um 25 de abril mudou a história de Portugal. Um dos protagonistas desse episódio, o poeta e dirigente socialista Manuel Alegre, interveio ontem, bem como o ex-vice presidente do governo (de Espanha), Alfonso Guerra, numa jornada intitulada “45 anos do 25 de abril. Portugal e Espanha”, no âmbito das iniciativas portuguesas na Feira do Livro de Sevilha. Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao DN:
20-04-2019

A destruição de parte da catedral emocionou o poeta e fê-lo recordar os momentos em que a olhava no exílio e depois numa visita com Soares e Mitterrand. Considera que é "a metáfora de uma certa desatenção" para com o património e um aviso para o descuido com a cultura e espera que Portugal perceba esse aviso. Para o poeta existe outro apelo imediato, o que resulta da literatura: "Quem é que não se apaixonou pelo romance de Victor Hugo, Notre-Dame de Paris, pela Esmeralda e acompanhou o corcunda? A catedral parisiense faz parte do nosso imaginário", "contém uma enorme história" e "é um símbolo da França e da Europa, católico e ao mesmo tempo laico, pois pertence a todos."
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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Manuel Alegre, na entrega do Prémio Vida e Obra da SPA
28-03-2019

Manuel Alegre agradeceu o Prémio Vida e Obra atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores e entregue na Gala realizada no Centro Cultural de Belém no dia 27 de março, lembrando que "vida e escrita são inseparáveis." E recordando Sophia, disse que "a cultura não é para enfeitar, é para transformar." Ler mais

Manuel Alegre e Paula Morão
Manuel Alegre, hoje doutorado Honoris Causa pela Universidade de Lisboa:
02-10-2018 com Lusa

“Espero continuar a rimar o meu poema com a minha vida”, confessou Manuel Alegre no final da intervenção, longamente aplaudida de pé, com que agradeceu o doutoramento Honoris Causa hoje atribuído pela Universidade de Lisboa. O autor de “O Canto e as Armas” passou em revista o seu percurso académico, literário e cívico, perante uma assistência presidida pelo Presidente da República e onde se encontravam destacadas figuras do meio académico e da política.
Veja a intervenção integral de Manuel Alegre AQUI Ler mais

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Manuel Alegre recorda Sophia na Grécia:
08-05-2019 Manuel Alegre, artigo publicado no JL,nº 1268

Partilhámos juntos muitos momentos, Natais, passagens de ano, aniversários, doenças, almoços, jantares, banhos de mar, leituras, telefonemas a meio da noite para um desabafo ou um poema. Mas hoje, ao abrir o volume de “Histórias da Terra e do Mar", deparei com a dedicatória de Sophia: “Para a Mafalda e o Manuel com saudades dos jantares no DYONISOS, em frente da Acrópole e das danças da Dora Stratos na noite de Junho”. Ler mais

Arquivo 2005-2009
Discurso Directo
Artigo de Manuel Alegre no Expresso
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29-06-2019

Sempre que vejo Cristiano Ronaldo lembro-me de um discurso de Felipe Gonzalez antes da sua primeira vitória eleitoral: “Que cada um faça o que tem a fazer com convicção moral; que o romancista escreva a novela com convicção moral; que o pedreiro trabalhe a pedra com convicção moral; que o cirurgião opere com convicção moral.” E por aí fora. Talvez seja esse o segredo de Cristiano. O miúdo que veio aos 11 anos para Lisboa e chorava com saudades da mãe, foi dia a dia, com a ajuda de Aurélio Pereira, fortalecendo o espírito. Ler mais

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27-02-2019

"Estar com Sophia foi sempre uma espécie de celebração"
Manuel Alegre, julho de 2004 Ler mais

Discurso Directo
Artigo de Manuel Alegre no Público
16-01-2019

Fui um dos subscritores da primeira proposta sobre o SNS apresentada pelo PS na AR, tendo à cabeça a assinatura de António Arnaut, seguida, entre outras, pelas de Mário Soares e Salgado Zenha. Estive com António Arnaut até ao fim da sua vida na luta pela defesa do SNS, a maior reforma social da nossa democracia e uma causa de todos os que têm uma visão humanista e solidária. Prometi-lhe que, dentro das minhas poucas possibilidades, tudo faria para o PS cumprir a sua obrigação histórica: uma nova Lei de Bases que restitua ao SNS os seus princípios fundadores e constitucionais. Ler mais