" e de tudo o que vi o que doeu / foi ver que se tentou mas que no fundo / mais desigual que nunca está o Mundo."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre ao DN:
Entrevistado por João Céu e Silva
21-11-2020 DN

Em três dezenas de páginas, o poema intitulado 'Quando' faz um primeiro exame da opressão vivida devido à pandemia enquanto questiona os modelos políticos, económicos e sociais que a história arquivou na categoria de falhanços. Manuel Alegre não despe o seu lado político, mas nestes versos “eleva” o Twitter à categoria de Deus e de como as novas tecnologias iludem os que se “incomunicam” através delas. Ler mais

Foto de António Pedro Ferreira
Manuel Alegre ao Expresso:
13-11-2020 Entrevista conduzida por José Mário Silva, Expresso

Contra o apagamento da memória, individual e coletiva, Manuel Alegre escreveu um poema-livro, sintonizado com os impasses do presente. Ao Expresso fala sobre “Quando”, mas também sobre eleições presidenciais — as americanas e as portuguesas. Ler mais

Em entrevista na TVI
21-07-2020 TVI


No dia em que o livro "As sílabas de Amália" está à venda nas livrarias, em entrevista a Manuel Luís Goucha, no programa "Você em directo"na TVI, Manuel Alegre fala de Amália, da pandemia "que não esperávamos" e das desigualdades, "outra forma de pandemia". Termina lendo um poema que escreveu sobre Amália quando estava hospitalizado no exílio e que mais tarde lhe ofereceu. Ler mais

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03-11-2020

O livro "As sílabas de Amália", com que Manuel Alegre homenageou Amália Rodrigues, está a ser alvo de segunda edição. Prova de que Amália, como o poeta reconheceu, "foi, excepcional e única, herdeira de um legado e de um dom, o dom de se dizer e nos dizer, Amália e um povo, a uma só voz". Ler mais

Presidenciais 2021
09-11-2020

Um dia depois de a direcção do PS não indicar aos seus militantes qualquer apoio a um candidato às presidenciais de janeiro do próximo ano, Manuel Alegre declarou apoiar Ana Gomes. Veja as razões da sua opção AQUI. Ler mais

Foto de José Carlos Carvalho
Manuel Alegre ao JL sobre o novo livro "Quando"
Entrevista conduzida por Luís Ricardo Duarte
04-11-2020 JL, nº 1307, de 4 a 17 de novembro de 2020

É uma viagem íntima e um grito de revolta. Quando, o seu novo e “inesperado” livro, um longo poema que chega para a semana às livrarias, tem a marca das lutas que caracterizam o seu percurso. Mas é acima de tudo uma reflexão sobre a vida e o lugar da poesia num mundo globalizado em que “a libertação da palavra poética pode vir a ser uma das últimas formas de resistência”. Um canto em busca de uma nova toada que o JL revela e antecipa, pré-publicando a última secção do poema, “lido" por Paula Morão, e entrevistando o autor, Prémio Camões em 2017, e com numerosas outras distinções, figura histórica da resistência à ditadura, da democracia e do PS, e duas vezes candidato à Presidência da República. Ler mais

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Manuel Alegre sobre o Prémio Camões para Aguiar e Silva:
03-11-2020 Manuel Alegre

A atribuição do Prémio Camões a Vítor Manuel de Aguiar e Silva, o “mestre completo” de que falou Maria Helena da Rocha Pereira, é o justo reconhecimento do nosso maior camonista e teórico de literatura. Profundo conhecedor dos clássicos, Vítor Manuel desenvolveu o estudo da poesia de Camões em ensaios como “Camões: Labirintos e Fascínios”, “A Lira Dourada e a Tuba Canora”, “Jorge de Sena e Camões” ou no mais recente e extraordinário “Dicionário de Luís de Camões”, que concebeu e coordenou. Ler mais

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Intervenção de Manuel Alegre na Academia das Ciências
13-10-2020 Manuel Alegre

Quando Amália canta “Erros meus, má fortuna, amor ardente”, não está apenas a interpretar Camões, está a falar de si mesma e de todos nós, de um destino pessoal e colectivo, um país e um povo. Do mesmo modo que ao perguntar-se “com que voz cantarei meu triste fado”, está a restituir à palavra fado o sentido quase mágico que lhe dava Camões. Ler mais

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Manuel Alegre, poema escrito em 20 de março de 2020
20-03-2020

Lisboa não tem beijos nem abraços
não tem risos nem esplanadas
não tem passos
nem raparigas e rapazes de mãos dadas
tem praças cheias de ninguém
ainda tem sol mas não tem
nem gaivota de Amália nem canoa
sem restaurantes sem bares nem cinemas
ainda é fado ainda é poemas
fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa
cidade aberta
ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste
e em cada rua deserta
ainda resiste.

Manuel Alegre Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
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04-11-2020

Quando, o novo livro de Manuel Alegre que é hoje destaque no Jornal de Letras, estará disponível nas livrarias a partir de dia 10 de novembro. Ler mais

Discurso Directo
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13-11-2020

Gonçalo Ribeiro Telles, que acaba de partir aos 98 anos, foi um pioneiro. A causa ambiental que o apaixonava permanece mais actual do que nunca. Ler mais

Discurso Indirecto
Paula Morão sobre 'Quando' de Manuel Alegre
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04-11-2020

Quando, datado de Setembro de 2020, é um poema longo estruturado em secções de extensão variável, mas unidas pelo predomínio do verso decassílabo, e trata do tempo: o de aqui e agora, mas também o de uma retrospecção ordenada cronologicamente, dando ênfase à memória como eixo de tudo e constituindo a espessura do poeta em tempos incertos. Quando – acontecimentos situados, a ganhar sentido e progressão; indica-o logo a abertura de I (“Estou e não estou em lado nenhum/ passaram tantos anos e foi tão rápido”), numa estrofe em que se abre um princípio de repetição (“Como encontrar”) e de interrogação que vai escandindo todo o texto. Ler mais