"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
InícioManuel AlegreNotíciasAgendaOpiniãoPresidenciais 2011LinksPesquisa
YouTube Twitter FaceBook Flickr RSS Feeds
> Notícias
*
Comentário de Vasco Graça Moura
24-03-2013

A Associação Socio-cultural Italiana de Portugal (ASCIP) promoveu no sábado passado no Porto, na Galleria Italiana da ASCIP, o lançamento de dois livros, “A Sombra” de Manuel Alegre e “para Manuel Alegre” de Hélia Correia e Jaime Rocha. Os livros, uma edição especial da editora Pulcinoelefante, foram apresentados por Eduardo Paz Barroso, Marco Fazzini, que ilustrou o livro “A sombra” e Catarina Figueiredo Cardoso.
O poema “A sombra”, de Manuel Alegre, do livro de poemas “Nada está escrito”, inspirou um texto de Vasco Graça Moura, em que este recorda, a pretexto de “A sombra”, que “em Manuel Alegre se combina uma longa tradição profundamente interiorizada da grande poesia portuguesa de todos os tempos com uma vocação lírica cujos impulsos se desdobram numa grande versatilidade de géneros e registos”. Ler mais

Excerto de carta a propósito do livro "A sombra"
23-03-2013

A sombra que perpassa no seu poema, caro Manuel Alegre, já bem alheada daquela "Senhora das Tempestades" por cujos territórios intimidantes e terríveis jornadeou, como que se cruza agora com a sombra desta alma um tanto ou quanto crepuscular e metafísica, mas acontece que, de repente, volta a revigorar-se como matéria de palavras, no belo texto que a Hélia Correia e o Jaime Rocha escrevem a seu respeito.
Veja a carta na íntegra AQUI Ler mais

*
De Hélia Correia e Jaime Rocha para Manuel Alegre:
23-03-2013

Hélia Correia e Jaime Rocha dedicaram a Manuel Alegre um comovente poema, intitulado “Este País Não Serve nos Teus Ombros”, que é, ao mesmo tempo, um lamento pungente por “este país de polyester / made in china,/ esta fazenda atrofiada” e uma homenagem ao poeta pelo “… que ainda assenta bem / sobre os teus ombros”, que “é o manto da página./ É a voz / com todo o seu tecido. / Uma grandeza / cobrindo e descobrindo / outra grandeza, / conforme o vento passa /e nos responde. (…)”. Ler mais