Direcção da Associação Portuguesa de Escritores escolheu por unanimidade o poeta e ficcionista que, em 1965, com
Praça da Canção, “fez arder uma geração inteira”. O prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (APE), no valor de 22.500 euros, foi atribuído esta quinta-feira ao poeta e ficcionista Manuel Alegre, consagrando um percurso literário de meio século, desde o mítico livro
Praça da Canção (1965), que se tornaria um símbolo da oposição à ditadura, até aos poemas de
Bairro Ocidental (2015) ou aos textos reunidos em
Uma Outra Memória, que a D. Quixote lançou este mês.
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