Há cinquenta anos, em "O Canto e as Armas", Manuel Alegre publicava o poema "Romance de uma árvore à beira do caminho" sobre António Ferreira Soares, o "médico dos pobres" e militante comunista que se escondia numa japoneira, no cemitério, para escapar aos esbirros da PVDE, antecessora da PIDE. Acabou por ser alvejado pela polícia política de Salazar, em 4 de julho de 1942, com 14 balas à queima-roupa. Esta sexta-feira, às 11.30, o poeta prestará homenagem ao Dr. Prata, como era conhecido, no cemitério de Nogueira da Regedoura, com a presença de amigos, camaradas e familiares.
Ler mais