Vi o meu país a arder, sei que morreram cem pessoas em quatro meses e não consigo ficar calado.
Manuel Alegre
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Gratidão e homenagem ao Alentejo
27-11-2014

No dia em que ocorre a histórica decisão da UNESCO de classificar o Cante Alentejano como Património Mundial da Humanidade, saudamos essa decisão e recordamos as palavras do poeta: “Devo ao Alentejo a graça da revelação e a vivência de momentos intensamente mágicos”. Manuel Alegre fez esta confissão em 1996, quando lançou o seu livro “Alentejo e Ninguém”. “Este livro”, salientou então, “é um acto de gratidão e de homenagem. Gratidão a um pedaço de Portugal que não se deixou desfigurar nem descaracterizar e mantém uma aristocracia de comportamento perante a selvajaria do novo riquismo. Homenagem a uma terra de beleza e de resistência, que continua a ser, como outrora em Atoleiros, um quadrado de dignidade e de utopia.”
Oiça no final desta notícia “Do outro lado do Tejo”, a interpretação que Vitorino fez do poema “Gramática de coentro e cal”, do mesmo livro.

Áudio
"Do outro lado do Tejo", poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Vitorino