"Sobretudo nas horas em que tudo / de repente se esvazia / e pesa mais que tudo esse vazio / ... / é precisa (mais que tudo) a poesia."
Manuel Alegre
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Excerto de carta a propósito do pema "A sombra"
De Vasco Graça Moura para Manuel Alegre
23-03-2013

A sombra que perpassa no seu poema, caro Manuel Alegre, já bem alheada daquela "Senhora das Tempestades" por cujos territórios intimidantes e terríveis jornadeou, como que se cruza agora com a sombra desta alma um tanto ou quanto crepuscular e metafísica, mas acontece que, de repente, volta a revigorar-se como matéria de palavras, no belo texto que a Hélia Correia e o Jaime Rocha escrevem a seu respeito.
Veja a carta na íntegra AQUI

O poema "A sombra" está incluído em Nada Está Escrito e foi editado este mês, numa edição especial, pela editora Pulcinoelefante, com aguarelas de Marco Fazzini.