"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre: O Canto e as Armas reeditado 50 anos depois
13-03-2017 João Céu e Silva, DN on-line
Prefácio de Mário Cláudio

Chega amanhã às livrarias uma das obras mais marcantes do poeta Manuel Alegre, O Canto e as Armas, 50 anos após a sua edição. Um volume cujos poemas foram musicados e cantados, entre outros, por Adriano Correia de Oliveira, tendo dado esse título ao próprio disco gravado em 1969. Segundo a editora recorda, O Canto e as Armas foi "o livro de uma geração mas que se prolongou no tempo enquanto voz de esperança numa pátria livre e de denúncia da opressão política da ditadura salazarista, da guerra colonial, da emigração e do exílio, a que muitos portugueses, como o próprio poeta, foram condenados".

Um conjunto de poemas premonitório, sobre o qual Urbano Tavares Rodrigues disse em tempos representar a "dignidade de Portugal que se levanta em palavras, sem um só inchaço de retórica balofa, antes com uma inventiva verbal constante, como achados em que o próprio fulgor conotativo ateia a emoção".

Esta edição que comemora o cinquentenário da primeira edição contém um prefácio do escritor Mário Cláudio que o DN antecipa em pré-publicação e que pode ler AQUI