Senti-me a descobrir outra vez o Brasil e a penetrar no segredo e no mistério de um país desconhecido através de uma narrativa épica, com uma estrutura wagneriana, onde em vez de valquírias e nibelungos, nos aparecem os guerreiros e xamãs ameríndios com as suas falas sagradas, ritmicamente repetidas, que fazem de certas páginas deste livro uma arte poética, um reencontro com a palavra primordial, poesia em estado puro.
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