"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre na Sociedade Portuguesa de Autores:
20-05-2016

Diz-se que os prémios não se agradecem. Mas eu estou grato. Grato ao PR por vir aqui entregar-mo no Dia do Autor, o que é um incentivo para todos os autores e um conforto e um estímulo para mim.Grato à Direcção da SPA e ao seu Presidente José Jorge Letria que merece o nosso reconhecimento, não só pelo trabalho realizado, mas também como cidadão, autor e poeta. Creio que no Dia do Autor, é da mais elementar justiça evocar Almeida Garrett, o grande escritor e cidadão, que foi o primeiro a defender os autores nacionais e a apresentar um projecto lei sobre propriedade artística e literária. Lembremos Garrett, aquele que também dizia: “ Temos de voltar à raiz, temos de ser nós mesmos”. Ler mais

02-05-2016

"Sou de Lisboa há séculos, desde o início da extraordinária aventura das navegações, em que, pelo mar fora, fomos Europa antes da Europa o ser" disse Manuel Alegre, ao agradecer a Fernando Medina a distinção de que foi alvo com a atribuição, por votação unânime da vereação, da medalha de honra da cidade de Lisboa. Alegre respondia assim ao presidente da Câmara de Lisboa, para quem o poeta "ganhou a honra de fazer parte da história de Lisboa e de Portugal." Manuel Alegre recordou momentos altos dessa história bem como da língua portuguesa, evocando, entre outros, os conjurados de 1640, para concluir: “Ao longo da nossa História tivemos de ser desobedientes para sermos quem somos. Talvez seja a altura de sermos desobedientes outra vez.” Ler mais

Manuel Alegre na entrega do Prémio Vida Literária da APE:
25-04-2016

"A revolução de Abril permitiu-me voltar a casa. Cada 25 de Abril é um regresso mas é também um novo ponto de partida. Não temos força na economia nem somos uma potência militar. Mas temos uma grande História, uma das línguas mais faladas no mundo e um povo que já dobrou muitos cabos. A minha inquietação é, sempre foi Portugal." Ler mais

Manuel Alegre no festival Correntes d'Escritas 2016:
Póvoa do Varzim
24-02-2016

Nos dicionários de língua portuguesa que tenho em casa não encontrei a palavra catarse. Indicaram-me a Infopédia. Aí vi cinco definições. A última, diz respeito à medicina, mas não me identifico com nenhuma das outras aplicadas à literatura, nem sequer com a de Aristóteles. Talvez me aproxime mais da que se refere às cerimónias de purificação que se realizavam na antiguidade. Ler mais

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30-05-2015

"Creio que ao concederem-me esta honra que tanto me sensibiliza, os representantes da Cidade não vêm em mim apenas quem eu sou, mas uma geração que, no desporto, no teatro, na música, na poesia, e na luta pela liberdade marcou a História de Coimbra e, em certa medida, do país." Ler mais

Marco Fazzini, Sandra Bagno e Manuel Alegre no Palazzo del Bo, em Pádua
Marco Fazzini, Sandra Bagno e Manuel Alegre no Palazzo del Bo, em Pádua
Intervenção de Manuel Alegre na Universidade de Pádua
22-05-2012

"Meu poema rimou com a minha vida", afirmou Manuel Alegre no texto que leu na Universidade de Pádua, a abrir as Jornadas de Estudo promovidas no âmbito da Cátedra Manuel Alegre, criada naquela Universidade em 2010. Sob o tema "A Poesia e a Vida", o poeta interroga-se sobre o papel da poesia "neste tempo dominado pela ignorância, pela ganância, pela estupidez e pelo império do dinheiro". Fiquemos com as suas palavras finais: "Descontaminar a linguagem e restituir às palavras o seu sentido. Eis o que pode fazer a poesia. E o que pode ser o princípio de uma revolução."
Veja a intervenção integral no desenvolvimento da notícia Ler mais

Manuel Alegre doando o manuscrito de "Alma"
Manuel Alegre doando o manuscrito de "Alma"
Manuel Alegre na inauguração da biblioteca municipal de Águeda com o seu nome:
16-10-2010

Estava a lembrar-me da Águeda da minha infância e realmente a infância é um país. É um país que existe e já não existe, é um país que passa e não passa. Talvez por isso eu tenha chamado Alma a Águeda, porque aquela Águeda de que eu falo é uma Águeda que existe e não existe, que passou e não passou e ficou na sua essência, na sua alma. Ler mais

Manuel Alegre na Universidade de Pádua:
Inauguração da Cátedra Manuel Alegre
19-04-2010

"Cada língua - como escreveu George Steiner - é um acto de liberdade que permite a sobrevivência do homem". É certo que hoje os novos oráculos não estão em Delfos. Estão nas bolsas e nos mercados. Mas a fonte de Castália não secou. A escrita poética preserva o sagrado e é uma forma de resistência contra o grande mercado do mundo e a degradação da vida.
Hoje, como sempre, poesia é liberdade. Ler mais

Manuel Alegre na entrega do Prémio Leya em Maputo:
04-03-2010

O Presidente Samora Machel, pouco antes da sua visita a Portugal, disse a um jornalista português: "Camões não é só vosso, Camões também é nosso". Esta frase, que profundamente sensibilizou o povo português, não foi só uma homenagem ao poeta que na Ilha de Moçambique acabou de escrever o poema que é, de certo modo, um acto de fundação poética de Portugal. O que o Presidente Samora Machel pretendeu significar foi que a língua portuguesa tinha deixado de ser língua de ocupação para passar a ser uma língua de liberdade, de independência e de partilha. Ou como diria Miguel Torga: "um traço de união". Ler mais

Prémio D. Dinis é atribuido pela Fundação Casa de Mateus
Prémio D. Dinis é atribuido pela Fundação Casa de Mateus
Manuel Alegre ao receber o Prémio D. Dinis:
"Doze Naus" é o livro premiado
12-09-2008

Pertenço a uma família de desportistas para quem o desporto foi sempre indispensável à formação do carácter. De meu avô Mário Duarte, considerado o maior pioneiro do desporto português e a quem António Nobre, no Só, trataria por "Mário da Anadia", recebi, através de meu pai Francisco Duarte, outro grande atleta, o ensinamento de que se deve aprender a ganhar sem arrogância e a perder sem azedume. Ler mais