"A grande poesia não cabe num tweet"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre ao jornal i:
18-05-2013

O poeta acredita que o sonho neste momento está transformado em pesadelo. O político que é necessária uma ruptura. Tudo começa ou acaba nos sonhos. O último livro de Manuel Alegre faz deles matéria-prima de romance. “Tudo É e não ɔ fala-nos das ideias recorrentes que nos fazem humanos, da nossa tentativa de construirmos o sonho e fugirmos ao pesadelo. Esta entrevista mantém a mesma estrutura e aborda a literatura e a política, sempre entre o sonho e o pesadelo. Ler mais

foto de A.P. Santos para o jornal i
foto de A.P. Santos para o jornal i
Manuel Alegre ao Jornal i:
02-03-2013

Cortar com o Memorando é expressão que já começa a aparecer no discurso deste socialista. Manuel Alegre diz que os portugueses não aguentam tudo e que o país está perto do limite. Limite para quê? Até para uma revolução, se os governantes não revirem posições. Em conversa com o i, o socialista fala de tudo, até da reconciliação com Mário Soares. Defende António José Seguro no PS, mas alerta para a necessidade de uma união à esquerda. Nas vésperas da manifestação, o poeta avisa que o povo não é assim tão brando e que o governo está “esgotado”. Ler mais

Manuel Alegre à SIC Notícias:
28-02-2013

"Isto não é tolerável, está tudo ao contrário", exclamou Manuel Alegre na entrevista à SIC Notícias, dizendo logo de entrada: "Estou farto da troika, nasci numa ditadura, agora temos uma ditadura dos credores". Para Manuel Alegre "a austeridade está a matar a democracia e o projecto europeu" e "Portugal tem de ter um plano B", "precisa de aliados" e deve reaproximar-se da Inglaterra, contra o "predomínio da Alemanha, pela terceira vez".
Veja a entrevista na íntegra em baixo

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Manuel Alegre ao DN, sobre a reconciliação com Mário Soares:
12-02-2013

Foi noticiado que teria havido uma reconciliação entre si e o Dr. Soares, ao telefone, por iniciativa de António José Seguro. Houve de facto uma reconciliação?
Não houve nenhuma cerimónia especial. Soube que o estado de Mário Soares era grave e fiquei preocupado. Telefonei à Maria de Jesus (mulher de Mário Soares) e ao João Soares (filho de Mário Soares). Manifestei-lhes a minha preocupação. Entretanto fui sabendo do estado de saúde de Mário Soares que era realmente grave.
Mas acha que aquilo que os dividiu está resolvido?
Na sexta-feira o António José Seguro disse-me: “Tenho aqui uma surpresa para si.” E começámos a falar como dois velhos amigos. Fiquei contente por senti-lo em franca recuperação. Deitámos as circunstâncias para trás. Vamos almoçar um dia destes. A doença dele ajudou-nos a perceber que somos amigos. Ler mais

Manuel Alegre à Rádio Renascença:
11-01-2013

O relatório do FMI “é uma vergonha e uma aldrabice”, denunciou Manuel Alegre em entrevista à Rádio Renascença, “porque tem uma finalidade, não é um documento técnico, é um documento político, com uma base ideológica, e é um outro programa de governo, para o qual este governo não tem legitimidade.” “E mais do que outro programa de governo," acrescentou, “seria outra Constituição, seria uma espécie de golpe de estado constitucional, ou de revisão clandestina da Constituição, como disse e muito bem a Drª Teresa Pizarro Beleza.” Alegre afirmou ter apreciado a fundamentação do pedido de fiscalização do Orçamento apresentado pelo Presidente da República no Tribunal Constitucional e entende que “se o governo não mudar, e tudo indica que não vai mudar, tem de ser deposto.” Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao Sol:
Entrevista conduzida por Helena Pereira
04-01-2013

Manuel Alegre considera que Cavaco “veio recolocar-se no centro da vida política” e não tem dúvidas que a única saída para a crise são eleições antecipadas este ano.

Como viu a intervenção do Presidente da República? E a decisão de enviar três normas do OE para fiscalização sucessiva pelo TC?
Este Governo não tem respeitado o Presidente da República (PR), não respeita a oposição, marginaliza o PS, não respeita os parceiros sociais e estava a criar-se um grande desequilíbrio. Com esta mensagem, o PR recoloca-se no centro da vida política e isso é importante para o funcionamento do sistema democrático. Na minha opinião, deveria ter vetado o OE ou enviado para fiscalização preventiva. Mas fazer o que fez é um gesto que tem significado – mostrar que não está na clandestinidade, nem no exílio, nem ausente. Ler mais

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Manuel Alegre no Programa "De Caras" da RTP1
12-12-2012

Manuel Alegre foi o entrevistado no programa De Caras, da RTP1, onde considerou que as eleições antecipadas seriam melhores para o país que a continuação das políticas do actual governo. Alegre criticou duramente o processo de privatização da RTP e da TAP e alertou para a responsabilidade do Presidente da República perante um orçamento ferido de insconstitucionalidade.
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

Manuel Alegre em entrevista à RTP informação:
14-11-2012

"Estamos a caminhar para um abismo, este governo tem de ser travado. E se não for travado tem de ser demitido" afirmou Manuel Alegre em entrevista à RTP informação. Manuel Alegre disse ainda que a violência em frente à Assembleia da República, no dia da greve geral, teve como consêquência abafar o impacto da greve geral.
Veja um excerto da entrevista AQUI
Veja a entrevista integral AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em conversa com Clara Ferreira Alves:
27-10-2012

Pode haver um colapso das instituições. Foi o que pressentiu Manuel Alegre na manifestação de 15 de Setembro. Uma conversa sobre o estado da nação e o seu percurso pessoal e político, publicada na Revista do Expresso, em que Manuel Alegre revela que "se fosse Presidente, ter-me-ia oposto muito mais às decisões do Governo e teria usado o recurso ao Tribunal Constitucional. Teria ido à Assembleia e à televisão falar ao povo português". Ler mais

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Manuel Alegre à TVI24:
27-10-2012

Manuel Alegre afirmou à TVI24 que "este Governo vai cair", porque "está ferido de morte". Comparando este orçamento a um "golpe de Estado por via fiscal", Alegre afirmou ainda que os portugueses estão a ser saqueados, e que isso põe em risco a democracia, retirando a esperança a todos. "Sem estabilidade social", lembrou, "não há estabilidade política, a não ser que se pretenda a estabilidade do antigamente".
Manuel Alegre sublinhou também que o desespero das pessoas pode levar a consequências muito graves: "no Século XX matou-se um Rei, matou-se um Príncipe, matou-se um Primeiro-Ministro, matou-se um Presidente da República e até os fundadores da República". "Isto não é um povo de tão brandos costumes assim", afirmou.
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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Manuel Alegre ao DN sobre a manifestação “Que se lixe a Troika”:
16-09-2012

"A manifestação foi um protesto contra a austeridade, as políticas do Governo e da troika e, sobretudo, as medidas mais recentes. Mas também registei um dado novo: as pessoas já não se sentem representadas pelos partidos." Ler mais

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Manuel Alegre ao DN e TSF:
Entrevista conduzida por João Marcelino
01-05-2011

"Não é com a liberalização dos despedimentos que a crise se resolve. É com outra organização, sem destruir a contratação colectiva", afirmou Manuel Alegre em entrevista ao Diário de Notícias e TSF, divulgada no Dia do Trabalhador e num momento em que decorrem as negociações com a troika para o pacote de estabilização financeira do país. Manuel Alegre abordou as raízes da crise e as alternativas políticas em presença, considerando que "o arco do governo são todos os que estão representados na AR". Defensor de uma "cultura de negociação" e da abertura dos partidos à sociedade, Alegre entende que "é conveniente" o próximo governo ter apoio parlamentar maioritário, mas isso não pode ser imposto pelo Presidente, nem significa obrigatóriamente um governo de coligação. Quanto aos resultados eleitorais de 5 de Junho, Alegre, preocupado com o Estado social, considera que "tudo é possível", mas que não se deve "falsificar nem fazer batota" já que as diferenças entre o PS e o PSD são "substanciais".
Veja a entrevista na íntegra no desenvolvimento da notícia.
Veja um resumo em video AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao DN
21-01-2011

Manuel Alegre garante que a sua candidatura presidencial continua a representar uma alternativa semelhante à que apresentou há cinco anos. E assume que PS e Bloco de Esquerda divergem muito, mas que conseguiram juntar-se nesta campanha. Com significado, diz.

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Manuel Alegre em entrevista à Revista Lusitano:
17-01-2011

"A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa pode ter um papel crescente. E sem esquecer também os portugueses espalhados pelo mundo, que são o primeiro rosto de Portugal nos contributos quotidianos que dão às sociedades onde se inserem”.

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Inquérito aos candidatos presidenciais
08-01-2011

Manuel Alegre: "A maior arma contra a corrupção é a transparência, acompanhada de regras claras, boa fiscalização e sancionamento expedito de quem prevarica." Ler mais

Inquérito aos candidatos presidenciais
07-01-2011

Manuel Alegre: "A Constituição da República aponta para a gratituidade de todos os graus de ensino." Ler mais

Inquérito aos candidatos presidenciais
06-01-2011

Manuel Alegre: "se algum governo, seja ele qual for, ou alguma maioria parlamentar, seja de quem for, puser em causa o Serviço Nacional de Saúde tal como está consagrado na Constituição,eu veto." Ler mais

Inquérito aos candidatos presidenciais
05-01-2011

Manuel Alegre: "propus-me lançar a partir de Belém uns Estados Gerais da Justiça que possam juntar todos os agentes, os meios de comunicação social e a própria sociedade numa reflexão profunda sobre a morosidade e a falta de confiança na justiça, um dos mais graves problemas portugueses." Ler mais

Inquérito aos candidatos presidenciais
04-01-2011

Manuel Alegre : "a grande aposta estratégica (...) é incorporar no nosso tecido empresarial as elevadas qualificações das gerações jovens, cujo desemprego e precariedade constituem o nosso maior desperdício de recursos." Ler mais

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Manuel Alegre em chat no Público on-line:
17-12-2010

Manuel Alegre esteve esta manhã num chat no Público on-line, moderado pela jornalista São José Almeida, no qual expôs as razões da sua candidatura e respondeu às perguntas dos leitores. Questionado sobre o que deseja para as mulheres portuguesas em 2011, o candidato manifestou o desejo da "plena vivência dos seus direitos já consagrados na Constituição e na Lei". Para Manuel Alegre, "não basta instituir na lei a igualdade de género, é preciso levá-la para a vida em todos os sentidos. Profissão, política, família", considerando que "um dos problemas mais graves neste momento ainda é o da discriminação da mulher no trabalho".
Transcrevemos de seguida o chat, que pode também ver AQUI Ler mais

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