"A liberdade não está suspensa. É nos momentos mais difíceis que ela é mais precisa."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre justifica apoio a Ana Gomes
09-11-2020

Faço um balanço positivo da forma como o Presidente da República tem exercido o seu mandato. Não esqueço a sua amizade e generosidade em relação a mim. Mas a saúde da democracia precisa de escolhas e alternativas claras. Marcelo e eu não somos da mesma família política. A minha, na próxima eleição presidencial, está representada por Ana Gomes. Ler mais

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19-06-2020

António Carlos dos Santos era um homem discreto com um currículo brilhante. Licenciado em Direito e em Ciências Políticas e Sociais, mestre em Ciências Jurídico-Comunitárias e doutorado em Direito pela Universidade de Lovaina, foi professor universitário, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais no governo de António Guterres e alto quadro em Bruxelas.

Achava que os Tratados europeus tinham criado uma “Constituição económica não escrita” baseada em princípios largamente derivados de pressupostos neo-liberais que condicionavam o aparecimento de políticas alternativas nos Estados Membros. Tinha a coragem de o afirmar contra a corrente, quando o pensamento único dominava no discurso político e nos media.

Apareceu na minha sede de campanha presidencial em 2005 como voluntário. Estou a vê-lo, sorridente, com os seus óculos redondos e o cabelo encaracolado. Encarava a economia como ciência política acima de tudo. Deu-me contributos preciosos para muitas das minhas intervenções e entrevistas durante a campanha. Desde então foi sempre meu apoiante, mesmo nos momentos mais difíceis.

António Carlos partiu como viveu, discretamente. Deixa aos seus alunos, colegas e amigos a memória de uma inteligência superior e de um grande desassombro nas opiniões que defendia. Deixa-me a mim uma dívida de gratidão por todo o apoio que dele recebi.

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07-05-2020

Acabo de receber a triste notícia do falecimento do meu querido amigo Jorge Ginja, pessoa que muito apreciava pela sua inteligência e cultura. Cidadão exemplar, socialista genuíno, deu-me a honra de ser meu amigo e apoiante. Deixo aqui a minha comovida homenagem e as minhas sentidas condolências para toda a família.
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Eleições presidenciais no Brasil
10-10-2018

Estivemos com Mário Soares na resistência antifascista e na luta pela construção da democracia portuguesa. Lembramos ao seu Amigo Fernando Henrique Cardoso a atitude de Álvaro Cunhal e do Partido Comunista Português na segunda volta da eleição presidencial de 1986. Apesar das sérias divergências então existentes entre socialistas e comunistas, Álvaro Cunhal convocou um congresso extraordinário do seu partido com um único objectivo: mobilizar o eleitorado comunista para derrotar o candidato da direita, Freitas do Amaral. Ler mais

Sobre a renúncia à candidatura do chefe das "Secretas"
08-06-2017

A propósito da renúncia de José Júlio Pereira Gomes à chefia do SIRP, cargo para o qual fora indigitado pelo Primeiro Ministro e que carecia de prévia audição no Parlamento, Manuel Alegre deixou ao DN o seu importante testemunho:
Sinto um grande alívio. Fica salvaguardada a dignidade do Estado, que não pode premiar quem não cumpre o seu dever. E fica resguardado o respeito devido aos que cumpriram a sua missão, mantendo-se no seu posto e defendendo, com risco da própria vida, os timorenses que trabalharam para Portugal e que Pereira Gomes esteve prestes a abandonar à sua sorte.
Vivi intensamente esses dias. O meu filho Francisco estava lá. Mantive um contacto permanente com Guterres, Gama e Sampaio, também a pedido deles. Pereira Gomes não pode dizer na minha cara que tem a consciência tranquila. Ele sabe que eu sei que telefonava constantemente a Guterres a pedir para o tirarem de lá. Ele sabe que eu sei que ofereceu o meu filho como voluntário para ele se pôr ao fresco. O meu filho aceitou, por sentido de dever, o repto que lhe foi lançado pelo governo. Foi o bom senso de Jaime Gama que evitou a vergonha do chefe da missão se vir embora, entregando às feras o diplomata mais novo. O ministro Santos Silva também sabe que eu sei que ele sabia que Pereira Gomes era uma péssima escolha.
Não fiz declarações públicas até agora. Mas comuniquei com lealdade a António Costa a minha discordância total com uma escolha a todos os títulos inadequada. Disse-lhe que, para saber a verdade, não bastava ouvir embaixadores e oficiais de polícia que não estiveram lá na recta final. Era preciso ouvir os que estiveram até ao fim, e sobretudo os que aceitaram as orientações do governo e cumpriram com honra o seu dever: como é o caso dos 3 GOE, dos quatro jornalistas, do porta-voz da missão, do médico, e do meu filho. Só assim se poderia contrariar interesses corporativos e empenhos particulares.
Confesso que desde a fundação da democracia nada me indignou e incomodou tanto como esta nomeação. Ler mais

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26-11-2016

Não, não vou dizer mal de Fidel no dia da sua morte. Para muitos da minha geração, ele será sempre o homem da Sierra Maestra, o revolucionário que inspirou outras resistências e outras lutas de libertação. Nunca se rendeu, abandonou o exercício do poder e morreu como um vencedor. Goste-se ou não é uma das grandes figuras do século XX.

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15-11-2016

Sinto uma grande mágoa e saudade pelo falecimento do meu amigo Miguel Veiga. Tínhamos a mesma idade, foi o primeiro social democrata que conheci e que como tal se assumia, nos tempos de extremos, de paixão e de mudança em Coimbra. O primeiro e o último, dizia ele meio a brincar, meio a sério, sempre que eu lhe lembrava como nos tínhamos conhecido.
Partilhávamos os valores da República e da liberdade, o amor dos livros e da poesia, de que era grande leitor. Estivemos juntos na Constituinte.
Fundador do PPD e da democracia, a memória que dele guardo é a de um homem livre, fiel às suas convicções e à sua independência de espírito, um rosto do Porto, republicano e cavalheiro, com um grande sentido estético e ético da vida. São já muito raros os homens assim e por isso dói mais saber que já não podemos compartilhar o seu bom gosto, as suas histórias e a sua alegria de viver.

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Manuel Alegre:
31-01-2015

Na manifestação que hoje reuniu no aeroporto de Lisboa um largo número de cidadãos contra a privatização da TAP, a convite do movimento "Não TAP os olhos", Manuel Alegre juntou a sua voz à dos manifestantes, através de uma mensagem, lida e aplaudida pelos presentes, em que acusa "os que querem privatizar a TAP" de serem "feitores dos mercados" e denuncia: "Não estão só a vender a TAP. Estão a vender a língua portuguesa e a lusofonia, estão a vender Portugal." Ler mais

Em Lisboa, às 17.00 de 8.1.2015
Em Lisboa, às 17.00 de 8.1.2015
07-01-2015

Junto a minha voz à de todos aqueles que hoje proclamam “Je Suis Charlie”. Manuel Alegre

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Dirigida ao Embaixador da França em Portugal
07-01-2015

Com profunda consternação exprimo sentidas condolências, a minha profunda indignação perante o bárbaro atentado terrorista, e a minha total solidariedade com a França.
Manuel Alegre, 7.1.2014 Ler mais

14-11-2014

"As notícias publicadas no jornal i, na sua edição de 13 de Novembro, e o editorial inflamado do seu director, resultam da deturpação grosseira e intencional de declarações minhas, prestadas em resposta a uma pergunta formulada telefonicamente por uma jornalista desse jornal."

"Não me pronunciei sobre a substância e o que está publicado não corresponde nem ao que disse nem ao que penso."

"Aprendi a lição e não volto a responder a perguntas do jornal i."

Manuel Alegre

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Manuel Alegre censura Governo e Presidente
07-06-2014

A ofensiva do governo contra o Tribunal Constitucional revela falta de cultura democrática e põe em causa a separação de poderes, que é um princípio fundamental da Democracia. Para além do ataque ao Estado Social, visa-se agora o próprio Estado de Direito, perante o silêncio e a omissão do Presidente que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição. Não podemos ignorar. Temos o dever cívico e patriótico de impedir a degradação da nossa Democracia.
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Manuel Alegre na morte de Mandela
05-12-2013

"Estou de luto porque não havia outro assim."

Manuel Alegre

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25-06-2013

Apoio a Greve Geral, contra a austeridade, pelos direitos dos trabalhadores e reformados, pela defesa da Constituição, por um Portugal mais justo e solidário.

Manuel Alegre

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20-06-2013

Osvaldo Castro deixou-nos. Lembro com muita saudade o amigo e o camarada, um dos símbolos da greve académica de 69 e da geração que abriu caminho à liberdade, homem bom, cidadão exemplar, que sempre se manteve fiel aos seus valores e aos ideais da democracia e do socialismo.
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17-06-2013

A Orquestra Sinfónica Nacional da Grécia, a Orquestra Contemporânea e o Coro foram extintos. Durante o último concerto, os músicos choravam. Eu também chorei. Pela Grécia, pela Europa, pela Democracia. A austeridade é um novo totalitarismo.
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Manuel Alegre sobre o 25 de Abril:
25-04-2013

O 25 de Abril restituiu aos portugueses o direito de viver sem medo numa democracia pluralista, não só politica mas social. Esse projecto está a ser posto em causa. Não podemos ignorar a lição de coragem e patriotismo daqueles que fizeram o 25 de Abril. Não podemos conformar-nos, nem resignar-nos, nem abdicar da nossa soberania e da nossa liberdade. Ler mais

Imagem da revolta de 31 de Janeiro de 1891 no Porto
Imagem da revolta de 31 de Janeiro de 1891 no Porto
Manuel Alegre sobre o 31 de Janeiro no Porto:
31-01-2013

“Faltam revolucionários como os do 31 de Janeiro”, escreveu Manuel Alegre em mensagem enviada ao MIC Porto que promoveu a comemoração dessa data histórica com um jantar no Orfeão, "faltam homens de Estado, aqui e na Europa, com uma outra visão e coragem para enfrentar os mercados e relançar o projecto europeu como um projecto de prosperidade entre Estados iguais e soberanos.” Ler mais

Manuel Alegre reage ao Relatório do FMI:
10-01-2013

“A minha primeira dúvida é se estamos perante um relatório do FMI ou perante o pedido de um estudo do Governo para que o FMI venha dar sustentação àquilo que o Governo quer fazer ou já decidiu fazer sobre o Estado Social” afirmou Manuel Alegre ao DN em reacção ao relatório do FMI ontem divulgado no site do governo e intitulado “Rethinking the State — Selected Expenditure Reform Options”. Para Manuel Alegre, “isto é uma declaração de guerra”, pois “estamos perante algo tão humilhante e chocante como o ultimato do mapa cor-de-rosa”. Ler mais

14-12-2012

"Num dos períodos mais difíceis da nossa vida colectiva, é urgente debater a cidadania, o papel dos partidos políticos e dos movimentos cívicos, democracia representativa e a democracia participativa, o poder dos cidadãos contra o novo totalitarismo dos mercados que se sobrepõe aos próprios Estados e aos órgãos democráticos de cada país. É sobretudo imperioso combater o fatalismo e a ideia imposta pela ditadura mediática de que não há outras soluções e de que as receitas ditadas pelo grande capital financeiro são uma inevitabilidade" afirma Manuel Alegre a abrir um importante forum de debate, dinamizado por Eduardo Milheiros, editor do sítio do MIC, Movimento de Intervenção e Cidadania.
Veja todas as entrevistas do MIC AQUI
Veja o editorial completo de Manuel Alegre AQUI Ler mais

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