"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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Baptista Bastos sobre a Praça da Canção
30-01-2015 Baptista Bastos, Jornal de Negócios, excerto

“Praça da Canção”, um dos grandes livros de poemas da Resistência, acompanhou-me toda a vida. Animava o desespero de um jovem que encontrava, nas palavras de Manuel Alegre, uma espécie de força indutora da coragem necessária para viver aqui. Ler mais

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Manuel Sérgio sobre Manuel Alegre n' A Bola
28-01-2015 Manuel Sérgio, A Bola

Segundo o Conde de Abranhos, uma das imortais e cómicas figuras, criadas por Eça de Queirós, “a primeira vantagem da Universidade é a separação que se forma naturalmente entre estudantes e futricas, entre os que apenas vivem de revolver ideias ou teorias e aqueles que vivem do trabalho. Assim, o estudante fica para sempre penetrado desta grande ideia social: que há duas classes – uma que sabe, outra que produz. Ler mais

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Nuno Galopim na E, revista do Expresso
17-01-2015 Nuno Galopim, E, revista do Expresso

Em janeiro de 1965 apresentava-se como o terceiro título da colecção Cancioneiro Vértice, notando as suas páginas que se tratava de um volume editado “pela família do autor e seleccionado por Vértice”. Agora, meio século depois, a “Praça da Canção”, de Manuel Alegre, conhece nova edição comemorativa, juntando a poemas que ganharam um lugar no espaço da nossa história recente (e alguns deles na música que entre nós se fez) um prefácio de José Carlos de Vasconcelos, director do “Jornal de Letras”. Ler mais

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Prefácio de José Carlos de Vasconcelos
Prefácio da edição especial dos 50 anos da Praça da Canção
12-01-2015 José Carlos de Vasconcelos

1. Sendo um belo e, dentro de uma linha lírica que remonta aos cancioneiros, inovador livro de poesia, Praça da Canção, de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica. Quando saiu, no início do ano de 1965, há 50 anos, que com esta edição se assinalam, foi também um incisivo retrato de uma «(…) pátria parada / à beira de um rio triste», foi uma bandeira desfraldada e um rastilho de resistência e luta contra a ditadura. Hoje, cerca de quatro décadas depois da profunda mudança da realidade (aparentemente?) na génese da maioria dos seus poemas, e que em parte explica a sua imediata extraordinária repercussão e influência, a Praça da Canção (PdaC) «continua»: sucessivas gerações a leram, ouviram, se calhar cantaram, de certo modo viveram. E isto diz muito, se não tudo. Ler mais