"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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23-03-2013 Vasco Graça Moura

Caro Manuel Alegre,

Ditei o texto sobre a sua poesia numa situação em que não tinha os seus livros comigo. A impossibilidade material de os consultar não me preocupou muito: não se tratava de escrever um artigo de tese, mas um texto de apresentação de um poeta que muito admiro e cuja obra tenho seguido com alguma atenção, e procurei, confesso, fazer das fraquezas uma força. Ler mais

23-03-2013 Vasco Graça Moura

É extremamente difícil abordar a vasta obra de Manuel Alegre a partir de um breve poema de oito versos, “A sombra”, texto que integra o último livro que ele publicou, Nada está escrito. Como diria Luís de Camões, e esta minha referência não é inocente, “não cabe / a água do mar em tão pequeno vaso” e assim tudo o que eu disser nesta curta intervenção ficará necessariamente muito aquém do espaço que seria necessário para falar com algum interesse de uma obra tão grande como a dele. Ler mais

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Poema para Manuel Alegre
23-03-2013 Hélia Correia e Jaime Rocha

Poema para Manuel Alegre, de Hélia Correia e Jaime Rocha, cuja última estrofe deu origem ao livro "para Manuel Alegre", da editora italiana Pulcinoelefante, lançado no dia 23 de Março no Porto, juntamente com o livro "A sombra", um poema de Manuel Alegre.

"...
O que ainda assenta bem
sobre os teus ombros
é o manto da página.
É a voz
com todo o seu tecido.
Uma grandeza
cobrindo e descobrindo
outra grandeza,
conforme o vento passa
e nos responde." Ler mais

José Ribeiro Ferreira sobre "Nada está escrito"
Casa da Escrita, Coimbra
05-03-2013 José Ribeiro Ferreira

Manuel Alegre é personalidade inquieta, insatisfeita, nunca contente com a situação que vive, sempre em constante busca de perfeição e de melhores condições – insatisfação que aliás também se verifica em Miguel Torga, com quem manteve laços de amizade. Daí que a errância seja um tema da sua obra, em especial da poesia, desde os primeiros livros. Traduzem tal caraterística livros como Um barco para Ítaca (1971), Atlântico (1981), Sonetos do Obscuro Quê (1993) ou Livro do Português errante (2001). Ler mais

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José Ribeiro Ferreira escreve sobre Manuel Alegre:
05-03-2013 Prof. José Ribeiro Ferreira, Diário das Beiras

Retomo a série de crónicas sobre a presença e vitalidade dos clássicos – por natureza do nome e por definição, como é sabido, são paradigmas permanentes que nos transmitem valores também perduráveis da humanidade – nos escritores portugueses e em Coimbra, e trago hoje outro autor que marcou a cidade, a sua vida estudantil e social – Manuel Alegre.
Estamos perante uma personalidade inquieta, insatisfeita, nunca contente com a situação que vive e sempre em constante busca de perfeição e de melhores condições – insatisfação que aliás também se verifica em Miguel Torga. Daí que a errância seja um tema da sua obra, em especial da poesia, desde os primeiros livros. Traduzem tal característica livros como Um barco para Ítaca (1971), Atlântico (1981), Sonetos do Obscuro Quê (1993) ou Livro do Português Errante (2001). Ler mais