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Manuel Alegre
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Opinião
11-04-2010 José Leitão, http://inclusaoecidadania.blogspot.com

Este livro traz-nos uma certeza, a terra continua a tremer dentro do miúdo que pregava pregos numa tábua, o pulsar do mundo bate no coração de um homem, há um livro por acabar para o miúdo que pregava pregos numa tábua. Que esse livro em aberto continue a ser escrito por Manuel Alegre, mas que haja cada vez mais gente a escrevê-lo com ele, transformando-se num rio caudaloso, mas tranquilo, que invade com as suas canções as praças do meu País. Ler mais

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Opinião
11-04-2010 Daniel Sampaio, Pública

O rapaz que pregava pregos numa tábua é hoje o poeta Manuel Alegre, candidato à Presidência da República. Na entrevista que deu a Carlos Vaz Marques, na revista Ler de Abril, diz-nos: o novo livro é "uma viagem por dentro de mim mesmo". Percebi agora melhor o seu desejo de ser Presidente quando cita Saint-Exupéry - "a infância é um país" - e me leva a recordar também que "o essencial é invisível para os olhos". Ler mais

Paula Morão
Paula Morão
Opinião
Leitura de "O Miúdo que pregava Pregos numa Tábua", de Manuel Alegre
07-04-2010 Paula Morão

Este livro fala de poesia e de poetas, fala da aprendizagem da poesia - trabalho de Sísifo, repetindo-se sempre e a cada vez, trabalho de progressivo desvendamento do eu poeta a partir de um saber instintivo, de uma tradição que se vai acrescentando e consolidando; ao mesmo tempo e "de certo modo" (para citar uma expressão frequente), o livro é, como diz o seu brevíssimo preâmbulo, "uma história", a "de um miúdo que pregava pregos numa tábua e depois começou a contar sílabas pelos dedos."(p.9). Ler mais

Opinião
05-04-2010 Elmano Madail, JN

Repositório de memórias íntimas na aparência, o último livro de Manuel Alegre é antes a celebração de um processo duplo e convergente: primeiro, o da aprendizagem do Mundo e dos ritmos que ele contém por um menino que gostava de pregar pregos numa tábua, numa rua do Porto; depois, a reflexão e tradução, por um homem tornado pai e avô, do assim aprendido, enquanto vivendo, para o que convencionou chamar literatura. Ler mais

Opinião
02-04-2010 Isabel Lucas, Outlook, Diário Económico

Protagonista político, Manuel Alegre desvia as atenções para a literatura e lança um livro que é uma história de infância. A sua. "O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua" é ficção. Mas até que ponto? Ler mais