"É preciso subverter o discurso cinzento e tecnocrático e recuperar a força primordial da palavra"
Manuel Alegre
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José Mário Silva escreve sobre "Auto de António Último Príncipe de Avis"
28-10-2017 J.M.S, Revista do Expresso

Primeiro livro publicado por Manuel Alegre depois de ter vencido, em junho deste ano, o Prémio Camões, “Auto de António Último Príncipe de Avis” é simultaneamente uma notável homenagem à figura de D. António, Prior do Crato, e uma vindicação da sua memória. Ou melhor, uma defesa da sua importância histórica – mas sobretudo simbólica – enquanto emblema de um país que Portugal podia ter sido e não chegou a ser. Ler mais

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Fernando Guimarães sobre "Auto de António" de Manuel Alegre:
25-10-2017 Fernando Guimarães, JL

"(...) este outro poema, cujo título “Fala de um e do outro” não deixa de ser significativo, quase poderia ser interpretado como uma espécie de arte poética, a qual acaba por se estender e dar sentido a todos os outros versos deste livro: “Um poema permite mudar lugares / países tempos amores / permite até juntar pessoas / séculos /colocar um onde devia estar o outro / ou onde nenhum sequer devia estar. / Permite juntar e separar e misturar / vidas e factos e fragmentos. / Por isso eu fui a Alcântara e não perdi / e agora sou António / e estou aqui.” Ler mais