"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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Ensaio de Maria Helena da Rocha Pereira escrito em 1994
Sobre o livro de Manuel Alegre "Sonetos do Obscuro Quê"
20-04-2017 Maria Helena da Rocha Pereira, JL

Há muito que ele espreitava entre os poemas de Manuel Alegre: a forma lírica por excelência, o soneto. E também a sombra de Dante começava a ocupar um lugar de eleição entre outros nomes tutelares da poesia ocidental, desde os gregos e latinos a franceses, ingleses, americanos, espanhóis, enfim, a toda uma constelação sobre a qual o tempo não pousa as suas mãos pesadas. Se, em Praça da Canção, existe apenas um isolado soneto de intervenção («É preciso saber por que se é triste»), em O Canto e as Armas o seu número sobe para oito, sendo todos, com excepção da magnífica glosa camoniana «Aquela clara madrugada que», de reflexão ou exortação política, desde os aparentes «Sonetos de Ulisses», onde a amada é, como em Paul Eluard, a liberdade, até aos «Três sonetos com armas para toda a gente». Ler mais

13-04-2017 Ana Sá Lopes, jornal i - editorial

Esta semana, no lançamento da edição definitiva de “O Canto e as Armas”, de Manuel Alegre, que foi publicado pela primeira vez faz agora 50 anos, Alegre desabafava que “é muito difícil transmitir às novas gerações o sufoco daquele tempo”. Nada mais verdadeiro. É, aliás, quase impossível. Ler mais