"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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António Dias da Costa
24-02-2011 12:42:14, 85.138.110.131

Amigo,companheiro e camarada.O tempo que passa é muito dificil,mas alguma coisa deve ter ficado desta candidatura em relação à mensagem para os jovens.Há pouco tempo no funeral de um amigo e combatente pela liberdade o nosso amigo Camilo Mortagua desabafou para mim :"quando chegar a nossa vez já ninguem vai ao nosso funeral",mas o rasto que deixamos nesta vida alguem seguirá as pisadas.Haja esperança no futuro de Portugal !!!

Pereira José
07-02-2011 14:05:47, 90.29.27.101

antes de tudo quero agradecer o seu empenho e postura como homem politico, a sua grande qualidade humana, social e de grande inteligência.
Infelizmente fui votar ao consulado de Portugal em Lyon França e fui impedido pois disseram me que a minha inscrição foi anulada quando fiz o novo cartão do cidadão, enfim uma vergonha para as nossas instituições, pois foi escandaloso e para mim estas eleições foram falsificadas, portanto penso que nem sequer temos direito de criticar a Costa do Marfim pois para nós apesar de grande evolução tecnológica o resultado é igual a qualquer República de ditadura da África.
Eu sou como milhões de desempregados e sem grandes perspectivas mas uma coisa é certa lutarei sempre até a morte pela liberdade e justiça
abraço.
escrevi ao cônsul e a resposta foi de rir dizendo simplesmente para tornar a recensear me.

palmira parreira
06-02-2011 19:28:33, 2.81.84.15

Ex. Sr.

Parabéns pela determinação e postura de lealdade aos seus princípios.Esta não foi uma derrota, mas sim uma confirmação da apatia e desmotivação que atinge grande parte do povo português. Sempre tive grande afinidade pela sua linha de pensamento, mas o que me atrai mesmo é a sua escrita, dentre tudo o que li seu (e li quase tudo), o que mais me fascina é o poema das mãos. Obrigado por ser como é!!
Aristides Silva
03-02-2011 19:41:38, 93.102.13.114

Há dias, participei nas comemorações do 31 de Janeiro. Dei comigo a pensar: porquê comemorar uma derrota? Então, veio-me à memória o resultado ainda recente da última eleição presidencial, em que a utopia e a esperança saíram derrotadas por apenas pouco mais de 120.000 votos (os necessários para uma 2ª volta)!
Em 1891, os revolucionários de então perderam uma batalha mas não a guerra. Na verdade, menos de vinte anos depois, a implantação da República sairia vitoriosa!
Em 2011, tal como em 2006, Manuel Alegre demonstrou que é possível que essa utopia e essa esperança saiam também vitoriosas. Isso está nas nossas mãos!
O resultado de uma eleição não é um acto mais ou menos matemático. Por isso, a perda de uma eleição não significa que não se tenha razão!
A vitória dos valores, tais como a liberdade, a igualdade, a fraternidade e outros, um dia, mais uma vez, será uma realidade! Como já dizia António Aleixo, "a razão, mesmo vencida, não deixa de ser razão"!