"Corri riscos, estive com pessoas que pertencem à História. Tudo isso fez de mim aquilo que sou."
Manuel Alegre
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Débora Afonso
29-04-2010

Vem Alegre,
quero ver-te de perto!
Quero admirar no teu rosto,
cada sinal do tempo.

Quero a minha pequenez
ao lado da tua grandeza,
quero a minha dúvida,
ao lado da tua certeza.

Quero saber por que Coimbra não é a mesma,
se o convento continua lá no alto,
o mondego corre no seu sobressalto
e a velha ainda pragueja.

Quero que me contes
um Portugal de histórias...
Quero que mostres a esta gente
que sem luta, não há vitórias.

Sabes Alegre,
(desculpa tratar-te por tu)
mas quando te leio
sinto-te ao meu lado,
mesmo que o que sinta
não seja o teu sentimento pensado.

Vem Alegre!
Chega-te mais perto.
Deixa-me ver no teu rosto
a esperança do futuro,
e, por fim,
deixa-me em nome da minha geração
agradecer-te por
TUDO!
Obrigado ALEGRE

Jorge Videira
29-04-2010

Tinha 18 anos no 25 de Abril. Tenho hoje 54. Vivi ilusões e desilusões. Sou socialista, mas cheguei a acreditar que estávamos condenados ao capitalismo, ao deus Mercado. Vivemos iludidos com o que nos dão a consumir, telemóveis, automóveis, viagens fantásticas à Tailândia, matamo-nos a trabalhar por isso tudo, para quê? E se voltássemos à poesia? E se voltássemos a acreditar que todos os homens e mulheres podem ser iguais e não precisam de competir desenfreadamente por mais meia dúzia de euros ao fim do mês? O capitalismo está podre, mas a Europa é uma coisa boa, refundemo-la nos princípios da Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

David Rodrigues
28-04-2010

Caro Camarada, companheiro de ideais. Sou um Jovem do Barreiro, militante da JS/PS, contudo nesta altura as instituições politicas tem a sua importância mas não são fundamentais. Queria dizer que pode contar comigo para a campanha eleitoral e para esta batalha de devolver alma ao maior cargo português. Em 2006 eram muitos, agora seremos mais como se diz seremos mais que mil, mil que continuam a viver como se fosse sempre Abril. Cumprimentos.

Luis Guerreiro
28-04-2010

Uma lição da campanha anterior, e uma nova exigência desta campanha, que importa ir para além dos aparelhos e quadros partidários: começar quando antes reuniões abertas a apoiantes, organizar redes de voluntários para a campanha! Em articulação com um(a) coordenador(a) distrital da campanha indicado(a) por Manuel Alegre, que garanta a amplitude e diversidade da candidatura.

João Salvador Antunes da Silva
28-04-2010

Bom dia,
Nas ultimas eleições já votei Manuel Alegre.
Como slogan, tenho esta sugestão:
"Com orgulho e cidadania, voto alegre".

anonimo
27-04-2010

Parabéns Manuel Alegre, nunca votei no PS, mas irei votar no Sr. Este país precisa duma sacudidela que só o Sr. poderá dar. A sua candidatura, só incómoda aos parasitas do sistema. Não é por acaso que eu vou assinar como anónimo, 36 anos depois do 25 de Abril.

Helder António de Pinho dos Reis
27-04-2010

Bons dias Caros Amigos e Apoiantes do nosso Futuro Presidente da República !
Eu acredito que vai ganhar as próximas eleições, com ou sem apoios partidários, porque é o melhor candidato.
Passei a mensagem aos meus amigos e família, mesmo aos que tem uma opinião contrária, para que lhes faça "Luz" e percebam que esta é a altura certa de tomarem uma atitude correcta pelo nosso país.
Caso precisam de ajuda, podem contar comigo.
Com os melhores cumprimentos,
Helder Reis

Silvana Roque
25-04-2010

Neste mundo de políticos em quem não se acredita, eis que lá no fundo surge um candidato que o é de coração, que não precisa provar o que está provado... a sua honestidade, lealdade e integridade.
Espero que ganhe, para desta vez ganhar a verdade e a sabedoria, e não a mentira e a hipocrisia.
O meu voto é garantido porque é definitivamente a minha última esperança.
Muito Sucesso, com os melhores cumprimentos
Silvana Roque

António Barbosa
25-04-2010

Estamos saturados do Partido que só é Socialista de nome.
Quem defenda os trabalhadores, os reformados e os deficientes, e não um partido que retira direitos aos trabalhadores, subtrai pensões de reforma com novos descontos (quando descontaram para a Caixa Geral de Aposentação nunca tiveram "descontos"), mas agora querem nivelar por baixo retirando dinheiro a quem já ganha tão pouco, mas não têm pejo algum para pagar ordenados chorudos e prémios anuais astronómicos aos seus «adjuntos», administradores e gestores, aqui já não há crise em gastar milhões de euros a quem já ganha ordenados milionários.
Um Parido de esquerda e não um Parido da confiança da direita PSD/CDS.
Este não é o PS que sempre conheci.

MARIA JOSE FERREIRA
24-04-2010

POR NAMBUANGONGO,VOU APOIÁ-LO NA SUA CANDIDATURA.
EMOCIONEI-ME COM A SUA HOMENAGEM AOS SEUS CAMARADAS QUE MORRERAM.
EU NASCI EM ANGOLA, EM 1960, O MEU PAI ERA ADMINISTRADOR DE CONCELHO.
ELE FALECEU EM 1975 EM BENGUELA, TINHA EU 15 ANOS.
TAMBÉM GOSTAVA UM DIA DE IR A ANGOLA E FAZER UMA HOMENAGEM, OU UMA
CAMPA, POIS NÃO HOUVE TEMPO PARA NADA.
UM GRANDE ABRAÇO
DE
MARIA JOSÉ FERREIRA.

João Miranda
23-04-2010

Sou o Militante n.º 70068 do PS/Açores e gostaria de endereçar da Montanha do Pico, um abraço fraterno e amigo, um apoio incondicional à sua candidatura e gostaria, aquando de uma visita ao Pico, recebê-lo humildemente, num jantar típico, numa adega típica Açoriana.
Força e conte comigo.
João Miranda

Renato Paulo C.F.da Paz
21-04-2010

Um dia, no 25 de Novembro de 1975 juntei-me a cerca de 50 populares em Leiria e marchámos em direcção ao R A L 4. Não queríamos o rumo soviético, mas a Democracia.
Estávamos dispostos a invadir o quartel! Tivemos sorte. O quartel estava do nosso lado. Eu era um jovem de 21 anos. O 25 de Abril salvou-me a tempo de ir para as colónias lutar por um império que não queria. Eu queria e quero é um império de cultura diversificada e fraternal, tal como Fernando Pessoa advogou e profetizou e a Natália Correia sonhou. Caro camarada e amigo. Já o apoiei uma vez e apoiarei segunda vez. Desta vez para vencer! Terei orgulho em si como Presidente, embora seja um monárquico de esquerda. Que venha um presidente-rei enquanto não tivermos um rei republicano, tal como acho ter sido D. Dinis. Foi rei das repúblicas municipais e sentou-se ao lado do povo, foi um poeta, um homem culto, que lutou pela cultura universitária em Portugal.
Professor Renato Paulo Correia Freire da Paz.

Jose Carlos Alegre
21-04-2010

Caro Camarada, o meu apoio é uma consequência lógica de que a verdadeira esquerda, tem que dar a este país um Presidente com a sua clarividência e humanismo, um verdadeiro anti-fascista de que não tenho dúvida mesmo que não seja eleito PR, vai ficar na história como o poeta que não teve medo de cantar a LIBERDADE.
Aceite um abraço.

Alexandre Dias
21-04-2010

Apoio a candidatura de Manuel Alegre porque é fundamental um Presidente com uma atitude humana.
É necessário termos em Belém um Presidente que todos nós sintamos que está presente no nosso dia-a-dia.
Precisamos de alguém que tenha uma estratégia de cooperação institucional EXIGENTE com o governo.

José Gomes Nunes
19-04-2010

Ainda não me esqueci, em 1964 ouvir Doutor M. A. que falava para os portugueses da rua ouber, da cidade de alger da Argelia. Hoje tenho 76 anos, e sinto-me com o dever!

Filipe André Pereira Santiago
18-04-2010

Apoiei em 2006 e volto a apoiar em 2011.
Como já o referi em tempos ao próprio Manuel Alegre sou Socialista mas sou fundamentalmente de Esquerda, portanto, espero que a minha casa política se reveja nesta candidatura como milhares e milhares de Portugueses acreditam num Chefe de Estado que represente um futuro mais próspero em desenvolvimento, afirmação e justiça social.
Contem com o meu apoio para tudo o que for necessário no desenvolvimento da candidatura de Manuel Alegre em Coimbra e toda a região centro envolvente.
Saudações,
Filipe Santiago

Carlos Eduardo da Cruz Luna
13-04-2010

As elites portuguesas têm um problema. Não confiam no povo de que são filhas. Lamentam o "baixo nível" do seu próprio povo. Nem sequer entendem que, agindo assim, e sendo elas por definição os "melhores" de entre o seu povo, e aqueles que, até certo ponto, devem dar o exemplo, estão a passar um atestado de incompetência a elas próprias. No fundo, as elites têm horror a misturar-se com o povo de que são filhas. E lamentam não viver noutro País, onde as populações não sejam tão rudes.
Ao longo da História, as elites portuguesas têm metido os seus conterrâneos em aventuras de vários tipos... incluindo tentativas de se subordinarem ou unirem a outros Estados que não o Português. Estados onde, curiosamente, vivem populações bem menos acomodatícias que a portuguesa à tradicional prepotência dos "grandes" da Lusitânia.
Curiosamente também, o povo português tem reagido, e destroçado as mesmas elites.
Todavia, parece haver aqui um ciclo infinito. As novas elites que, após as muitas
revoluções que Portugal conheceu, substituem as antigas, acabam por as imitar na forma como se vêem e vêem o seu povo. Em pouco tempo, os vícios ressurgem. Não me refiro apenas a nobres ou a burgueses. As elites intelectuais têm seguido o mesmo percurso. Volta e meia, temos os mesmos discursos descrentes e pessimistas. Foi assim no final do Século XIX, e de novo no início do século XX. A ditadura salazarista incompatibilizou estas elites com muitos aspectos da vida portuguesa.
O mais curioso é que esta tendência se renova nos finais do século XX e começos do
XXI.
E é ver escritores (começando pelo genial Nobel Saramago, convencido de que a sua
atitude é original...), de vários quadrantes, a lamentar não terem nascido num País maior e que lhes reconheça a sua "infinita grandeza" (que marcha a par, demasiadas vezes com uma infinita presunção), mas também economistas, grandes empresários, políticos, e, pior, governantes, a pronunciarem-se da mesma forma. Discretamente, neste último caso, claro. Mas com muita eficácia. Durante séculos, o povo rude ficava longe destes procedimentos. Todavia, e felizmente, a instrução popular tem progredido. As elites são agora mais imitadas, mais ouvidas, ou desprezadas com maiores conhecimentos. Instintivamente, o povo revê-se até na mediocridade das mesmas elites. Para sua desgraça.
Assim se chega a situações com a de Valença do Minho, com bandeiras espanholas içadas pelas populações. As elites aplaudirão ("nós não dizíamos? Este povo não tem capacidade para sobreviver de forma independente; Portugal vai acabar..."), ou abanarão a cabeça com desgosto, e dirão: "Triste povo o nosso; nem patriotas são; isto só lá vai, mesmo, com uma ditadura".
Afinal, os habitantes de Valença do Minho nem se apercebem que, com o seu protesto,
estão a ajudar e a dar razão a quem lhes quer tirar direitos. Num País onde as elites mantêm uma das mais altas taxas de desigualdade social da Europa, e consideram isso natural, o povo, a eterna vítima, em vez de exigir uma melhor repartição de riqueza, em vez de lhes exigir que abdiquem do muito que têm para que os serviços básicos (saúde, educação) não sejam afectados, mas antes melhorados, os "populares" entregam a resolução do problema ao vizinho espanhol.
Que alívio para essas mesmas elites...em que se incluem os políticos governamentais e muitos dos que os apoiam. Não me posso esquecer do encerramento da Maternidade de Elvas a favor de nascimentos em Badajoz. Um precedente perigoso. Quantas pessoas terão consciência DE que, daqui a trinta e poucos anos, nenhum elvense se poderá candidatar a Presidente da República por não ter nascido em Portugal, conforme determina a Constituição? Onde está a garantia, por parte do Estado, do direito de cidadania para toda a população? Quanto sentido de irresponsabilidade...
Estas não são soluções. A sujeição a estranhos nunca foi solução. Como os portugueses compreenderam em 1383/85, ou 1640, ou em 1808. E fizeram as elites pagar pelos seus erros, pela sua cobardia, pela sua falta de patriotismo.
Talvez seja altura de o Povo se assumir como elite de si próprio. Ou de vigiar mais atentamente, e de forma muito, mas muito mais exigente, quem dirige a sociedade. Eu preferia a primeira opção. Mas a segunda já pode ser um progresso. Valença do Minho e as bandeiras espanholas podem ser uma lição. Já chega uma Olivença, na qual se esmagou uma cultura, uma língua, uma história, e se deteve o progresso durante um século. Situação que as elites actuais, económicas, políticas, e culturais (ou intelectuais) evitam abordar. Ou de que troçam, muitas vezes por ignorância, outras vezes por comodismo.
A República faz cem anos. Como republicano, aplaudo. Como cidadão, acuso quem nos
governa de estar a matar essa mesma República, e com ela Portugal!!!
Estremoz, 09 de Abril de 2010
Carlos Eduardo da Cruz Luna

Helder António P. Reis
12-04-2010

Eu sou jovem e dinâmico, tenho alguma experiência em organização de eventos. Trabalho na Sociedade Portuguesa de Autores, considero o melhor candidato e, vai ganhar, temos que Acreditar e Lutar. Com os melhores cumprimentos, Helder Reis

Carlos de Sousa
11-04-2010

O PS espera, anestesiado por um torpor táctico revelador, pela desesperança. Eu, de tanto esperar, desesperei.
O devir dali já não vem; ou se vier, virá a destempo. Por isso, decido eu, cidadão comprometido há 35 anos com os valores da esquerda e o património ideológico do PS.
Não posso ficar indiferente a uma candidatura presidencial de um socialista que já não é uma intenção; é um facto. É por aí, de novo, que irei, como em 2004 e em 2006.
Ontem, derrotado pelo gadanho e pelas quotas pagas por atacado na Concelhia do PS de Famalicão; hoje, libertado pela decisão irreversível de Alegre, resgatei a esperança - apesar de continuar a suspeitar que o PS pouco ou nada aprendeu com o que se passou em 2006.
Eu lembro-me e por redobradas razões me disponibilizo para, em Vila Nova de Famalicão, ajudar a fazer eleger para Presidente da República um concidadão nosso que é um farol para toda a esquerda e para Portugal.
Vamos a isto!, Manel.

joana santos
10-04-2010

Sr.Manuel Alegre
Escrevo-lhe para lhe dizer que conta com todo o meu apoio e também com o meu voto. É para mim uma pessoa justa; que diz as verdades doa a quem doer, por isso o admiro pela sua maneira de ser e de estar quer na vida pessoal, quer na vida política .
Atenciosamente,
Joana

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