"A grande poesia não cabe num tweet"
Manuel Alegre
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José Guimarães
08-04-2010

Até 1986, os pobres e mais ricos tinham o direito de poder exercer o acto venatório. Em 1986 o número de caçadores Portugueses atingia os 300 mil, todos percorriam as serras Portuguesas, caça era pouca, mas existia o convívio entre ricos e pobres, entre velhos e novos.
Com as mudanças venatórias de Eng. Álvaro Amaro, que invadiu os terrenos para fazer associativas, nos melhores terrenos venatórios, só para ricos, porque os caçadores do salário mínimo, não podem dar dois meses de salário para pagarem uma associativa de caça.
Mais tarde, apareceu Capoulas dos Santos, a prometer nova politica de caça, para os mais pobres.... "tudo o vento levou" que Democracia esta....

manuel
08-04-2010

Uma nova Revolução está a caminho !
E esta vai ser pela PÁTRIA, doa a quem doer! 24 de Abril de 1974.
Se se pretender ser honesto, não pode dizer-se que tenha havido um único período a seguir ao 25 de Abril em que a economia, a sociedade, a moral, o bem-estar dos cidadãos, etc., tenha melhorado relativamente ao estado em que se encontrava à data de 24 de Abril de 1974.
De facto, a revolução de há 35 anos, trouxe esperanças aos incautos e aos oportunistas, ao falar das "mais amplas liberdades", da "longa noite fascista", do "isolamento nacional relativamente ao estrangeiro", que era falso. A realidade, veio justamente a provar o contrário. Portugal passou a ser, de Nação independente que era, uma espécie de amálgama de disparates e crimes que se têm vindo a desenvolver com mais descaro nos últimos tempos, e comandada pelos interesses de alguns, Portugueses ou não. Abril trouxe a Portugal o descalabro económico, a droga, a insegurança, a amoralidade social, a corrupção na sua faceta mais descarada e impune.
Basta consultar os indicadores económicos e sociais, para constatar que regredimos aos tempos em que os militares decidiram chamar Oliveira Salazar em nome da salvação nacional, pois que os Republicanos haviam deixado a Pátria destroçada. Enfim, regredimos aos tempos em que a Maçonaria mandava, como hoje, em Portugal.
Deitaram-se fora 48 anos de paz e progresso, não obstante a guerra controlada que se travava no ultramar contra os terroristas a soldo de Moscovo e de outras potências e interesses inconfessáveis.

maria de lourdes costa queiros
07-04-2010

Na última candidatura apoiei o Dr.Manuel Alegre, hoje continuo do mesmo lado, sou socialista e filiada, mas descontente com as tomadas de decisão pelo partido. Assim, acho que me identifico com os ideais na vertente do Dr.. Como eu existem muito mais pessoas que o apoiam.
Coragem, liberdade e honestidade.

Joaquim Mendes Gil
06-04-2010

Penso que o PS, com o seu "tabu" em relação às presidenciais está a colocar a nossa candidatura em banho maria, que de algum modo pode prejudicar, quer-me parecer que José Sócrates quer a continuação do actual presidente, não lhe querendo manifestar o apoio explícito e assim vai contribuindo para atrapalhar Manuel Alegre

MCOliveira
06-04-2010

É urgente.
"O miúdo que pregava pregos numa tábua" de Manuel Alegre.

Tb este livro põe a "alma no lugar". Ao lê-lo fiquei com a sensação que escrever é fácil, é muito fácil. E, para além de ser um prazer, dá prazer.

Que pena, ou melhor, que inveja, não conseguir escrever assim.
Felizmente posso ler livros assim.

Maria Helena de Almeida Barão e Baião
06-04-2010

O melhor livro de Manuel Alegre, na minha opinião. Para compreender melhor o candidato.
Cavalo à Solta, a música que Tordo eternizou, que é para mim símbolo de Liberdade e que eu gostaria que fosse o arranjo musical de fundo de campanha.

Filipe João Dantas Neves
05-04-2010

Como Militante do PS eu quero aqui dizer:
Manuel Alegre é, e sempre será, o candidato que a esquerda deve APOIAR.
Manuel Alegre, conheci pessoalmente há 4 anos na candidatura presidencial, tive orgulho de ter estado na campanha.
Manuel Alegre tem o meu apoio, mesmo que o PS NÃO O APOIE.

josé morais
01-04-2010

..daqueles que nasceram e cresceram em ditadura, sem liberdade.Vem a guerra a passei de assistente a actor até ao dia em que acordei com as tropas na rua. Disseram-me que me estavam a dar a liberdade e que ia ter melhor qualidade de vida.
Continuei a envelhecer. Deram-me o direito de escolher quem me governava...mas a vida continuava na mesma. Continuei a envelhecer pagando mais impostos, com os preços a subir. Fizeram de mim cidadão europeu...pois da Europa vinham milhões...mas a minha vida continuava a piorar...no entanto olho à minha volta e verifico que há cada vez mais gente a viver ostensivamente e eu que tanto tenho lutado estou cada vez mais para trás. Este Pais passou a ser conhecido pelos políticos que enriquecem à conta do Povo e pelos ases do futebol. O que foi feito para dar oportunidade aos Portugueses que trabalham e sofrem com dignidade???
É por tudo isto que vou votar Manuel Alegre e mais não preciso justificar

Graça Maria Marques Mendes
01-04-2010

Costumo comentar com as pessoas que me são mais chegadas que sou uma eterna insatisfeita no que toca às várias facções políticas e seus representantes, no nosso país. Aliás confesso que infelizmente pertenço ao crescente partido da abstenção. No entanto, nas próximas presidenciais a minha motivação será substancialmente diferente. É com muita motivação e entusiasmo que espero contribuir para que o inigualável Manuel Alegre se torne o meu presidente, o nosso presidente. É mais do que merecido, é hora de fazer justiça! Penso que pela primeira vez em muitos anos não houve alguém tão bem perfilado para o cargo. Tenho a certeza que marcará pela diferença, pela idoneidade, pela perseverança, por tudo mais e todo resto, bem como por toda a poesia que este homem trás no seu coração. Para mim um verdadeiro lutador, fiel a si próprio e às suas causas...Um verdadeiro diplomata.

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