"Nada está adquirido, tudo está a andar para trás muito depressa"
Manuel Alegre
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Helena Roseta
11-09-2010

Acabo de ler a sua mensagem neste site. Também eu vivi com entusiasmo a extraordinária manifestação de cidadania que foi a campanha de 2006. O nosso candidato teve um resultado brilhante mas não chegou para ganhar. E desta vez acho que Portugal precisa mesmo que ele ganhe. Por isso estou de novo na campanha de alma e coração - uma campanha mais difícil e que tem de ser mais plural. Precisamos de alargar a mais pessoas, gente com partido ou sem partido. E estou segura de que o nosso candidato não deixará que nenhum partido tome por ele decisões que ele faz questão de assumir com a coragem que lhe conhecemos. Em democracia é mesmo assim: podemos não estar de acordo com tudo, mas temos que saber de que lado estamos. E sobre isso não tenho a menor dúvida. É isso que quero partilhar consigo, pedindo-lhe que venha daí. Precisamos de todos!

José Lagiosa
11-09-2010
Afonso Faria
10-09-2010

Caro Manuel,
Acérrimo defensor da sua última candidatura, participei activamente e esse movimento constituiu uma experiência inolvidável.
O anúncio candidatura a 2011 foi motivo de júbilo. Como também lhe manifestei a usurpação do estatuto de "nosso candidato" por qualquer partido incomodar-me-ia. Acho que todos aqueles que como eu abraçaram uma materialização de um sonho diferente se sentem relegados para um segundo plano e indecisos.
Os meus 60 anos, independência, a minha capacidade de análise e raciocínio levam-me a ter dúvidas neste cenário. Há dias li um alerta de João Correia que corresponde às minhas apreensões.
Será que vamos ter os mesmos entusiastas, a mesma massa anónima generosa da candidatura anterior? Tenho dúvidas!
A carta de E. Estrela aos militantes do PS é um exemplo de ruído que não gostaria ver na sua candidatura. Serve-lhe esta iniciativa?
Permito-me dizer que não, para mim são acções impregnadas de veneno ao serviço de outros interesses!

Rui Daniel Tulik
09-09-2010

Bom Dia:
Fui apoiante e coordenei com o Eng. Aires Ferreira, toda a campanha e jantar em Mirandela, em 2006. Neste momento emigrei para a Suíça desde o inicio de 2009 e coloco-me a disposição para toda e qualquer forma de campanha a favor de Manuel Alegre para as Presidenciais 2011. Eu e alguns colegas estamos a realizar a recolha de assinaturas na ATEPS (Associaçao de Trabalhadores Emigrantes Portugueses em Sion), onde trabalho, para posteriormente as colocar aqui no site. Contem comigo.
Força Manuel Alegre.

Pedro Rocha
07-09-2010

Num período em que importa fazer valer os mais elementares princípios de cidadania e de Liberdade, por um Portugal plural ao serviço de todos.
Nesta fase, em que o verdadeiramente importante é a coesão social, as politicas integradas ao serviço do emprego e da igualdade de oportunidades, mas também a consolidação da politica orçamental desenhada pelo Governo PS; o importante, reafirmo:
É que, EM NOME DE PORTUGAL, EM NOME dos mais humildes, dos mais fracos financeiramente, se desenvolva uma VERDADEIRA política por PORTUGAL e pelos PORTUGUESES.
Estes valores, estes princípios, estão profundamente enraizados na forma de sentir, de estar, de respirar até, do CANDIDATO MANUEL ALEGRE.
Por isto e por muito mais, EM NOME DE PORTUGAL é preciso retomar a CONFIANÇA e não perder esta OPORTUNIDADE.
VOTEMOS em MANUEL ALEGRE, pois claro !

Maria Helena A. B Baiao
01-09-2010

A censura continua a ser exercida, não de forma explicita – pois cobriria os seus autores do anatema de censores – mas de forma sub-repticia, subterrânea, difamatória e igualmente persecutória. Algum poder politico, sugere aos editores – escandalize-se porque é verdade – que, enfim, a publicação dos textos de determinadas pessoas, conotadas com certas ideias de esquerda, impede que o mesmo jornal seja considerado para a publicação de publicidade institucional - publicidade essa paga com o erário público.
Imagina o que isto pode condicionar um pequeno jornal regional, não imagina? Então, há controle editorial ou não há?
Julgo que há que estimular os jornalistas a adoptarem uma postura mais deontológicamente responsável e com o rigor e coragem morais necessários para continuarem a denunciar estas situações e o exemplo histórico é fundamental para que não claudiquemos.

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