"Portugal está ameaçado e a qualidade da democracia está a ser posta em causa por uma nova ditadura, a ditadura dos mercados financeiros" alertou Manuel Alegre no jantar de apoiantes na Ilha Terceira. "Este é um dos momentos mais críticos da história contemporânea de Portugal e da Europa" mas também por isso, afirmou, "a minha candidatura é mais necessária do que nunca". "Não é este o caminho", insistiu, "porque a austeridade leva à recessão" e do que nós precisamos é "de um novo paradigma", "de crescimento económico, de coesão social e de políticas de emprego". "Temos que dizer àqueles que estão a desconstruir a Europa à custa dos povos, das classes trabalhadoras e dos mais desprotegidos que queremos um novo olhar, nosso, sobre a Europa e sobre o mundo".
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