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<title>Manuel Alegre</title>
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<description>Manuel Alegre</description>
<language>pt</language>
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<managingEditor>webmaster@manuelalegre.com</managingEditor>
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<title>Balada dos Aflitos</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/301000/1/002679,000014/index.htm</link>
<description> Irm&#xE3;os humanos t&#xE3;o desamparados  a luz que nos guiava j&#xE1; n&#xE3;o guia  somos pessoas - dizeis - e n&#xE3;o mercados  este por certo n&#xE3;o &#xE9; tempo de poesia  gostaria de vos dar outros recados  com p&#xE3;o e vinho e menos mais valia. </description>
<pubDate>2012-12-24 11:40:42</pubDate>
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<title>Alegre acusa Governo de atacar s&#xED;mbolos da identidade nacional</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/202000/1/002702,012012/index.htm</link>
<description>&#xAB;Um Governo que toma uma decis&#xE3;o destas &#xE9; um Governo que n&#xE3;o respeita a independ&#xEA;ncia nem a Rep&#xFA;blica. &#xC9; um acto contra a Hist&#xF3;ria e contra a cultura. &#xC9; um acto anti-hist&#xF3;ria e anti-cultura&#xBB;, afirmou Manuel Alegre, a prop&#xF3;sito da decis&#xE3;o do Governo de extinguir os feriados do 5 de Outubro e do 1&#xBA; de Dezembro.</description>
<pubDate>2012-01-26 21:33:45</pubDate>
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<title>&#x93;S&#xF3; falta cortar um pouco da bandeira e uma parte do hino nacional&#x94;</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/202000/1/002705,012012/index.htm</link>
<description> &#x93;Qualquer dia corta-se um pouco da bandeira e depois corta-se tamb&#xE9;m uma parte do hino nacional &#x96; &#xE9; s&#xF3; o que falta&#x94;, denunciou Manuel Alegre &#xE0; TSF, a prop&#xF3;sito da decis&#xE3;o do Governo de extinguir os feriados do 5 de Outubro e do 1&#xBA; de Dezembro.  &#x3C;i&#x3E;Oi&#xE7;a as declara&#xE7;&#xF5;es de Manuel Alegre &#xE0; TSF &#x3C;a&#x3E;AQUI&#x3C;/a&#x3E;&#x3C;/i&#x3E; </description>
<pubDate>2012-01-26 22:27:03</pubDate>
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<title>&#x93;Vamos ver o que o Presidente faz para defender uma Constitui&#xE7;&#xE3;o que jurou cumprir e fazer cumprir&#x94;</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/202000/1/002699,012012/index.htm</link>
<description>Um ano ap&#xF3;s as elei&#xE7;&#xF5;es presidenciais, em que defrontou Cavaco Silva, Manuel Alegre afirmou que persiste uma grande inc&#xF3;gnita em rela&#xE7;&#xE3;o a este mandato de Cavaco Silva, que &#xE9; saber o que far&#xE1; para impedir o desmantelamento da democracia, tal como est&#xE1; inscrita na Constitui&#xE7;&#xE3;o. Alegre recordou que esta foi &#x93;a pol&#xE9;mica principal&#x22; durante a campanha eleitoral de h&#xE1; um ano, quando ele pr&#xF3;prio avisou que a &#x93;democracia portuguesa, tal como est&#xE1; inscrita na Constitui&#xE7;&#xE3;o, estava em risco&#x94;. Alegre recordou ainda o discurso de posse de Cavaco Silva, que &#x22;abriu caminho&#x22; &#xE0; forma&#xE7;&#xE3;o de um Governo de direita e &#xE0; &#x22;ofensiva ao Estado social&#x22;. &#x22;Vamos ver o que o Presidente faz para defender uma Constitui&#xE7;&#xE3;o que jurou cumprir e fazer cumprir. Porque aquilo que este Governo tem feito vai no sentido de desmantelar a democracia, tal como ela est&#xE1; inscrita na Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica&#x94; concluiu.</description>
<pubDate>2012-01-23 14:47:12</pubDate>
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<title>&#x22;N&#xE3;o h&#xE1; sentido de Estado que justifique qualquer cumplicidade com o projecto ultra-liberal do governo&#x22;</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/202000/1/002693,012012/index.htm</link>
<description>&#x93;N&#xE3;o h&#xE1; sentido de Estado que justifique qualquer cumplicidade com o projecto ultra-conservador e ultra-liberal do governo PSD-CDS&#x22; afirmou Manuel Alegre ontem em Coimbra num jantar-debate promovido pelo Clube de Pol&#xED;tica. &#x3C;i&#x3E;Veja um excerto das declara&#xE7;&#xF5;es de Manuel Alegre em Coimbra &#x3C;a&#x3E;AQUI&#x3C;/a&#x3E;&#x3C;/i&#x3E; </description>
<pubDate>2012-01-17 20:01:58</pubDate>
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<title>&#x22;Sem Estado, Portugal n&#xE3;o existia&#x94;</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/302000/1/002695,000001/index.htm</link>
<description>&#x93;Tudo o que Portugal fez de grande &#x96; as navega&#xE7;&#xF5;es, o encontro com outros povos &#x96; &#xE9; fruto de uma empresa p&#xFA;blica chamada Estado. A &#xCD;ndia, o Brasil, a &#xC1;frica, a &#xC1;sia, o encontro com outros povos e continentes, a difus&#xE3;o da l&#xED;ngua portuguesa &#x96; tudo isso &#xE9; fruto de uma empresa p&#xFA;blica chamada Estado&#x94;, afirmou Manuel Alegre em Coimbra, acusando aqueles que afirmam que &#x93;sai o Estado, entra o mercado&#x94; de n&#xE3;o conhecerem a  Hist&#xF3;ria de Portugal, pois &#x93;sem Estado, Portugal n&#xE3;o existia.&#x22; Numa interven&#xE7;&#xE3;o marcadamente ideol&#xF3;gica, Manuel Alegre convidou ao renascimento do socialismo democr&#xE1;tico, &#xE0; ruptura com &#x22;o centro do centro&#x22; e ao combate de ideias contra a hegemonia neo-liberal da direita, sem &#x22;ter medo da palavra ideologia, da palavra esquerda e da palavra socialismo.&#x22; </description>
<pubDate>2012-01-16 14:32:16</pubDate>
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<title>Manuel Alegre e mais 58 escritores manifestam-se contra encerramento da Livraria Cam&#xF5;es no Brasil</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/202000/1/002686,012012/index.htm</link>
<description>Manuel Alegre encabe&#xE7;a um abaixo assinado subscrito por 59 escritores nacionais em protesto contra a projectada decis&#xE3;o do Governo de encerrar a Livraria Cam&#xF5;es, no Rio de Janeiro, que pertence &#xE0; Imprensa Nacional - Casa da Moeda. Os escritores consideram esta decis&#xE3;o um acto &#x22;deplor&#xE1;vel&#x22;. &#x22;O encerramento da Livraria Cam&#xF5;es, no Rio de Janeiro, ao cabo de 40 anos de uma actividade que se imp&#xF4;s pelos crit&#xE9;rios culturais e adequa&#xE7;&#xE3;o a um contexto peculiar, constituiria um acto deplor&#xE1;vel do decisor pol&#xED;tico&#x22;, adverte o manifesto subscrito por este grupo de escritores e promovido por Manuel Alegre, Maria Teresa Horta e Jos&#xE9; Manuel Mendes.</description>
<pubDate>2012-01-11 10:58:03</pubDate>
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<title>&#x22;As palavras e os actos&#x22;</title>
<link>http://www.manuelalegre.com/302000/1/002677,000015/index.htm</link>
<description>&#xC9; dif&#xED;cil n&#xE3;o estar de acordo com a mensagem do PR, mas tamb&#xE9;m &#xE9; dif&#xED;cil estar de acordo com o facto de ele n&#xE3;o ter feito o que devia fazer, depois de ter andado a dizer o que disse, nomeadamente sobre os cortes de sal&#xE1;rios, pens&#xF5;es e subs&#xED;dios de f&#xE9;rias e de Natal dos funcion&#xE1;rios p&#xFA;blicos. A escolha de uma categoria profissional para a aplica&#xE7;&#xE3;o de tais medidas foi considerada pelo PR como um imposto e uma viola&#xE7;&#xE3;o da equidade.</description>
<pubDate>2012-01-04 11:31:24</pubDate>
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